
Campeão Europeu, após ter vencido o Mónaco em 2004, o FC Porto vendeu Paulo Ferreira, Carvalho e Deco. Os dois primeiros ao Chelsea e o terceiro ao Barcelnoa. A venda destes três jogadores representaram para o clube 71 milhões de euros, ( Carvalho a valer 30, Deco 21 e Paulo Ferreira 20 ).
Estas três vendas foram o inicio de uma grande inundação de negócios para o clube Português. No verão seguinte Luis Fabiano, foi comprado por 3,5 milhões ao São Paulo e vendido por 10 ao Sevilla. Recordamos que nesse ano, L.Fabiano não conseguio afirmar-se efectivamente com as suas credenciais de goleador na equipa de fuetbol do FCPorto.
Seitaridis que foi adquirido ao Panathinaikos por 3, foi vendido ao Dinamo de Moscovo por 10. Maniche seguio o mesmo destino mas por 16 milhões.
Contudo o ano mais produtivo viria a ser o de 2007, quando o F.C.Porto arrecadou 60 milhões de euros pela venda de 2 jogadores, com Pepe a valer 30 para o Real. e Andersson por 31,5 para o Manchester United. O benefício do Porto nestas duas vendas, rondaram os 55 milhões de euros, já que Pepe tinha custado 2 milhões ao Marítimo e Anderson 5 milhões.
Estas duas últimas vendas estavam referenciadas no quadro do FC Porto como os record´s de vendas, até terem sido pulverizadas pelo valor da venda do goleador Falcao.

A venda de Falcao é o exemplo da agressividade de valores que estão em causa, quando se trata da compra e venda de excelentes jogadores da equipa, que é uma imagem de marca do FC Porto após a vitória da sua segunda Liga dos Campeões.
No FC Porto não existe descriminarão de preços entre as posições que os jogadores ocupam no campo, pois um ponta de lança pode ser tão caro, como um defesa central, ou médio.
No FC Porto não existe descriminarão de preços entre as posições que os jogadores ocupam no campo, pois um ponta de lança pode ser tão caro, como um defesa central, ou médio.


Nos últimos anos, o FCP só tinha efectuado uma compra extraordinária, que foi a aquisição de Hulk por 19 milhões ao Tokyo Verdy do Japão. Foi mesmo um número pouco habitual na aquisisção de jogadores, mas não temos dúvidas que quando o mesmo for transferido se é que o vai ser, a quantia de venda será consideravelmente muito maior. O negócio seguinte poderá ser a venda de Freddy Guarin que custou 1 milhão vindo do Saint-Ettienne, na troca com Paulo Machado. O clube que o pretender terá que arranhar e muito os fundos dos seus bolsos, para convencer Pinto da Costa a vender.
Estas constantes entradas e saídas, não tem beliscado minimamente a competitividade desportiva da equipa desde 2004-2005, com a perda do título nacional para o Benfica, pois a lição foi rapidamente aprendida pela equipa de gestão do FC Porto quando vendeu as jóias nesse ano, sem se precaver antecipadamente no mercado para as saídas de alguns jogadores.
Como exemplo este ano de 2011, o clube já se precaveu antecipadamente contratando outros com a mesma valia técnica mas sem títulos desportivos para substituir os jogadores da equipa principal de futebol que possivelmente poderão ser adquiridos pelos grandes clubes da Europa.
Muito mais haveria a dizer nesta constante dança do compra e venda quer de jogadores quer dos técnicos principais, já que neste exemplo não consideramos a venda de J.Mourinho nem a de Vilas Boas, com este último a deixar nos cofres 15 milhões. Pretendemos simplesmente deixar aqui um pequeno quadro exemplificativo de como se faz a gestão de campeões e para campeões no F.C.Porto.
Para que tenham uma imagem mais completa do que acima mencionamos, devem juntar a todas estas transferências, os troféus desportivos que o Clube conquistou após 2000, para que realmente tenham a noção da enorme grandeza destes números.
Fica a questão; Até quando poderá o FCPorto continuar nesta senda de transferências milionárias?
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