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sábado, 19 de maio de 2012

Chelsea campeão europeu em casa do Bayern Munique


Foi preciso ir para os penáltis para se decidir quem seria o campeão europeu de clubes da época 2011/12. A onze metros da linha de golo o Chelsea foi mais forte do que o Bayern Munique.
O jogo, disputado em Munique, casa do Bayern, mostrou uma formação alemã mais empenhada no ataque do que a do Chelsea.
Os ingleses, à semelhança do que tem sido a sua imagem de marca desde que o italiano Di Matteo substituiu André Villas-Boas no comando técnico dos “blues”, limitaram-se a apostar no contra-ataque.
Ainda na primeira parte, a equipa treinada por Jupp Heynckes, ex-treinador do Benfica, chegou a acertar no poste da baliza do Chelsea, na sequência de um remate de Robben. Mas foi preciso esperar pelos instantes finais do segundo tempo para ver o cabeceamento certeiro de Muller.
O jogo parecia estar decidido, mas a dois minutos dos 90, após a marcação de um canto, Drogba empatou o resultado, com um cabeceamento imparável que levou a partida para prolongamento.
Na meia-hora adicional, uma falta cometida por Drogba na área do Chelsea levou Pedro Proença a assinalar, bem, grande penalidade. Mas Robben permitiu a defesa a Cech, para desespero dos bávaros, empurrando a decisão da final para a marca das grandes penalidades.
Aí, Mata falhou logo a primeira tentativa do Chelsea, mas Olic fez o mesmo, mais à frente, para o Bayern. Um erro repetido por Schweinsteiger. Drogba decidiu tudo e marcou o penálti decisivo que deu o primeiro triunfo europeu da história do Chelsea.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Munique aguarda final espectacular


FC Bayern München e Chelsea FC vão tentar aproveitar ao máximo aquilo que Jupp Heynckes descreveu como "uma oportunidade fantástica", quando se defrontarem na final da UEFA Champions League, em Munique.
O Bayern procura a sua quinta Taça dos Clubes Campeões Europeus e, até ao momento, ganhou os sete jogos realizados na Fußball Arena München na presente edição da prova. Em contraste, o Chelsea ambiciona gravar o seu nome no troféu pela primeira vez e ganhou apenas um dos seis jogos fora de Stamford Bridge esta temporada. Ainda assim, os treinadores esperam um encontro renhido.
"Talvez leve a equipa a passear por Munique, para que veja tudo vestido de vermelho e branco – é uma preparação fantástica para a final da UEFA Champions League", disse Heynckes, técnico do Bayern. "Vamos defrontar uma equipa com uma organização fantástica e excelentes jogadores. Se observarem o percurso do Chelsea nesta edição da UEFA Champions League reparam que bateu o Nápoles em casa, venceu o Barcelona – a melhor equipa do Mundo – em casa e jogou mais de 60 minutos reduzido a dez em Camp Nou. Isso é aviso suficiente para qualquer adversário."
"Vai ser difícil porque o Bayern é uma equipa fantástica", disse o treinador Chelsea, Roberto Di Matteo. "O Bayern foi a defesa menos batida na Bundesliga e a nossa abordagem tem de ser a correcta para podermos vencer. Possui excelentes jogadores e pontos fortes e, para além disso, actua em casa, o que lhe confere ligeira vantagem. Mas nós também temos grandes jogadores e hipóteses iguais de ganhar."

domingo, 13 de maio de 2012

Dortmund conquista a primeira “dobradinha” da sua história.


A equipa de Dortmund, campeão alemão em título, venceu agora a Taça da Alemanha com uma goleada sobre o Bayern Munique por 5-2, conquistando a primeira “dobradinha” da sua história.
Campeão da Bundesliga pelo segundo ano consecutivo, o Dortmund estendeu a sua hegemonia à Taça, que levantou pela terceira vez, depois de impor a quinta derrota em igual número de jogos ao finalista da Liga dos Campeões deste ano.
O polaco Robert Lewandowski foi o principal obreiro do segundo título da época da sua equipa, ao assinar um “hat-trick”, marcando aos 45+1, aos 58 e aos 81 minutos.
Antes dele, no estádio Olímpico de Berlim marcaram o japonês Shinji Kagawa, aos três minutos, e o alemão Matas Hummels, de grande penalidade, aos 41.
Os golos de honra dos bávaros, que terminam a temporada sem qualquer troféu nacional pelo segundo ano, tiveram a autoria do holandês Arjen Robben que, de grande penalidade, empatou aos 25 minutos, e do francês Frank Ribéry, aos 76.
O Dortmund sucede assim no historial da Taça da Alemanha ao Schalke 04, enquanto o Bayern, derrotado na sua 18.ª final, terá a oportunidade de salvar a época na final da Liga dos Campeões, que discute com o Chelsea, a 19 de maio, na Allianz Arena de Munique.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Fernando Torres explica qual o segredo para derrotar o Barcelona


Derrotar os adversários é uma coisa, mas afastar o actual campeão europeu de clubes da defesa do título é outra bem diferente. Torres é um enorme admirador dos compatriotas Xavi Hernández e Andrés Iniesta, ao lado de quem conquistou troféus importantes ao serviço da selecção de Espanha, desde o Campeonato da Europa de Sub-19 de 2002 até ao UEFA EURO 2008 e ao Mundial de 2010, mas acredita que sabe como levar a melhor sobre eles.

"É óbvio que o Barcelona se encontra um passo à frente de todos os outros clubes. Esteve nas últimas cinco meias-finais da prova e não vai, de todo, ser fácil para nós, mas no futebol a melhor equipa nem sempre ganha. Xavi e Iniesta são jogadores que ditam o ritmo de jogo. Quando se joga contra eles, é necessário compreender que vão ser eles a controlar o encontro."
Muitas equipas que jogam contra o Barcelona pensam que têm de evitar que eles tenham a bola, mas não creio que isso seja possível. Tem de se usar armas diferentes contra eles. Se o objectivo for tirar-lhes a posse de bola, não vamos conseguir e vamos acabar por nos cansar, abrindo mais espaços para eles jogarem.
"Até agora, a estratégia do Chelsea tem dados frutos. Embora o Barcelona tenha tido 72 por cento do tempo de posse de bola na partida da primeira mão e de a turma de Di Matteo apenas ter efectuado um remate na direcção da baliza, contra seis da formação "azulgrana", são os londrinos que estão em vantagem na eliminatória depois da vitória por 1-0 em Stamford Bridge.


Veremos quem leva a melhor neste confronto de colossos europeus; se a equipa da Adidas, ou a equipa da Nike. 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Falcao em grande destaque, conseguiu uma vantagem para a segunda mão.


O Club Atlético de Madrid impôs-se por 4-2 na recepção aos compatriotas do Valencia CF e está no bom caminho para tentar repetir o triunfo conseguido há dois anos na primeira edição da UEFA Europa League, ficando com vantagem para a deslocação na próxima semana ao Sul de Espanha.
Os "colchoneros" entraram determinados em somar o décimo triunfo consecutivo na prova e dominaram os primeiros 15 minutos de jogo, com Diego, Falcao e Adrián López a testarem as qualidades do guarda-redes Diego Alves.

Ricardo Costa foi o único português titular, na defesa do Valência, e aos 18 minutos viu os da casa inaugurarem o marcador. Arda Turan parecia ter perdido uma bola no ataque, mas não desistiu da jogada e fez um cruzamento para a área, onde surgiu Falcao a colocar a bola fora do alcance de Diego Alves.
O Valência só conseguiu criar a primeira situação de perigo aos 33 minutos quando, na sequência de um pontapé de canto, o defesa Rami surgiu a cabecear no coração da área, fazendo a bola passar muito perto do poste da baliza de Thibaut Courtois. Os visitantes chegaram ao empate no segundo minuto de compensação do primeiro tempo. Costa marcou mais um canto, Rami voltou a ganhar nas alturas e o brasileiro Jonas emendou ao segundo poste.

A equipa treinada por Diego Simeone reagiu aos três minutos do segundo tempo. O brasileiro Diego bateu um livre da esquerda e o compatriota Miranda surgiu sem marcação a cabecear para o fundo da baliza do Valência. O encontro ficou decidido aos 54 minutos. Mehmet Topal entregou de forma incrível a bola a Adrián López, ainda no meio-campo defensivo do Valência, e o espanhol partiu imparável em direcção à baliza, não dando hipóteses de defesa a Diego Alves e apontando o seu sétimo golo na prova.

O Atlético foi sempre mais ameaçador e só não conseguiu um triunfo mais folgado devido à boa exibição do guarda-redes Diego Alves, que aos 68 minutos negou o quarto golo a Adrián López e a Arda Turan. Três minutos depois, o brasileiro teve de se empenhar a fundo para desviar um livre do compatriota Diego.

Radamel Falcao estabeleceu o resultado final em 4-1 aos 78 minutos, com o seu décimo golo na prova, numa jogada espectacular. Diego fez um passe longo para o ataque, o avançado colombiano aguentou a pressão de dois adversários, flectiu para o interior e bateu Diego Alves com um indefensável disparo de pé esquerdo. O português Tiago entrou para o lugar de Arda Turan aos 81 minutos, a tempo de participar na festa dos madrilenos, mas não evitou o 4-2, da autoria do português Ricardo Costa, de cabeça, no derradeiro lance da partida, após um canto.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Bayern Munique em vantagem sobre Real Madrid, para a 2ª mão.


O FC Bayern München derrotou o Real Madrid CF por 2-1 em jogo da primeira mão das meias-finais da UEFA Champions League realizado em Munique, naquele que será, a 19 de Maio, o palco da final da prova.
Um golo de Franck Ribéry, apontado aos 17 minutos, adiantou o Bayern no marcador. 

Contudo, nos primeiros minutos da segunda parte, o Real Madrid conseguiu um dos objectivos traçados pelo técnico José Mourinho para a partida: marcar um golo fora de casa, o que aconteceu por intermédio do alemão Mesut Özil, a passe de Cristiano Ronaldo. O resultado voltaria a mexer no derradeiro minuto, quando Mario Gomez desviou um cruzamento de Philipp Lahm já à boca da baliza e impôs a primeira derrota aos "merengues" na presente edição da prova.

O Real Madrid, que apresentou três portugueses de início – Pepe e Fábio Coentrão na defesa e Cristiano Ronaldo no lado esquerdo do ataque – até começou bem a partida, com Karim Benzema a rematar forte, após desmarcação de Mesut Özil, para excelente defesa de Manuel Neuer para canto. O Bayern sentiu-se avisado e, no pontapé de canto que ganhou a seguir, acabou por chegar ao golo. Toni Kroos cruzou para a zona frontal, onde Holger Bastuber, em despique com Sergio Ramos, acabou por amortecer a bola para Ribéry, que rematou, por entre as pernas de dois adversários.

Até ao intervalo, o Bayern controlou as operações a meio-campo, mantendo a bola em seu poder. Ainda assim, menção para um bom remate de Bastian Schweinsteiger ao lado. Ronaldo, por seu turno, tentou, primeiro, de livre directo e, depois, com um remate de fora da área, surpreender Neuer, mas sem efeito. 

O guarda-redes do Bayern negaria ainda novamente, aos 39 minutos, o golo a Benzema, imediatamente antes de, no contra-ataque que se seguiu, Iker Casillas ter efectuado uma excelente defesa para canto a forte disparo de Mario Gomez.

A segunda parte iniciou-se praticamente com o golo do empate do Real Madrid. Benzema lançou Cristiano Ronaldo pela esquerda, que rematou para defesa com as pernas de Neuer. A bola voltou a sobrar para Benzema, que voltou a procurar o português. Sem ângulo, o número 7 tocou de primeira para Özil só ter de encostar, já com Neuer fora do lance.
O Real Madrid desceu como que automaticamente no terreno e convidou o Bayern a procurar um novo golo, que esteve perto de acontecer em três ocasiões, ambas desperdiçadas por Gomez, a segunda delas aos 72 minutos, através de um perigoso cabeceamento sobre a barra e a terceira, de cabeça à figura de Casillas.

Já nos últimos dez minutos, Ribéry teve um excelente lance individual, mas que seria anulado por Coentrão e Pepe, e Gomez viu Sergio Ramos desarmá-lo in-extremis. Contudo, no derradeiro minuto da partida, Gomez redimiu-se das falhas anteriores, emendando à boca da baliza um cruzamento de Lahm, efectuado após ter tirado Fábio Coentrão da jogada.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Barcelona bate Milan, com o suspeito do costume de seu nome Messi


FC Barcelona 3-1 AC Milan (total: 3-1)
Lionel Messi fixou novo recorde de golos na mesma época por parte de um jogador na prova e ajudou o detentor do troféu a chegar às as meias-finais.


O FC Barcelona apurou-se para as meias-finais da UEFA Champions League após ter-se superiorizado nos quartos-de-final ao AC Milan por um total de 3-1, que também foi o resultado do encontro da segunda mão, realizado em Camp Nou.

Duas grandes penalidades convertidas por Lionel Messi, o primeiro atleta a chegar aos 50 golos na prova, antes e depois de um tento de Antonio Nocerino para o Milan, levaram o Barcelona a vencer para o intervalo, que decidiu a eliminatória logo no início da segunda parte com um golo de Andrés Iniesta.

Os campeões espanhóis e europeus entraram muito bem no encontro, com Lionel Messi, logo aos quatro minutos, a dar o mote para um início frenético, com um forte remate à figura de Christian Abbiati. No lance seguinte, após triangulação com Daniel Alves e Cesc Fàbregas, o argentino isolou-se perante o guardião milanês e rematou ao lado.

No entanto, ainda antes do primeiro quarto de hora, Messi fez funcionar o marcador e estabeleceu novo máximo de golos na mesma época, 13, ao converter uma grande penalidade a punir derrube de Luca Antonini a si próprio, depois de ter querido assistir um companheiro e a bola ter sobrado para si, quando em boa posição. O tento bateu os 12 conseguidos na UEFA Champions League por Ruud van Nistelrooy em 2002/03 e pelo próprio astro argentino na época passada.

O Milan foi atrás do prejuízo, apostando em passes longos para Zlatan Ibrahimović, que também funcionava como "pivot" ofensivo para permitir combinações principalmente com Robinho. Foi de um lance assim, pouco depois da meia-hora, que o Milan empataria a partida e se colocaria em vantagem na eliminatória. O brasileiro tocou para o sueco, que por sua vez não perdeu tempo a desmarcar Nocerino solto no lado direito da área. Somente com Víctor Valdés pela frente, bateu o catalão com um remate cruzado.

De imediato, Xavi e Fàbregas remataram de longe para defesas de Abbiati, que foi iludido, a quatro minutos do intervalo, por Messi, que cobrou a segunda grande penalidade para o lado oposto para o qual o italiano se lançara, em lance a punir puxão de Alessandro Nesta na área a Sergio Busquets.

Aos 53 minutos, Iniesta sentenciou a eliminatória, ao beneficiar de um ressalto na área, resultante de um remate de Messi bloqueado por um defensor. A partir daqui, o Barcelona baixou o ritmo, apostando numa ainda maior circulação da bola, mas que, ainda assim, lhe valeu as melhores ocasiões do segundo tempo, como aquela em que, aos 68 minutos, o suplente Thiago Alcántara, após passe longo de Fàbregas para Messi, se isolou e falhou a colocação do remate, tal como aconteceria nos instantes finais com o também suplente Adriano.

Contudo, não seriam necessários mais golos, pois Messi e, depois, Iniesta já haviam colocado o Barça nas meias-finais.

domingo, 18 de março de 2012

Inspirado Rooney mantém United na luta


Equipa de Alex Ferguson soma agora 70 pontos.

O Manchester United reagiu da melhor maneira à eliminação da Liga Europa e esta tarde de domingo venceu o Wolverhampton por 5-0, em jogo da 29.ª jornada da liga inglesa.

Os red devils resolveram o jogo ainda na primeira parte em casa do último classificado da Premier League.

Os golos da equipa de Manchester foram marcados por Evans, Valencia, Welbeck e dois de Chicharito.
Com esta vitória, os red devils somam 70 pontos e estão quatro à frente do Manchester City, que ainda não jogou.

Patrice Evra
«Temos de ganhar a Liga para salvar a época»
Patrice Evra reconheceu hoje a campanha europeia de pesadelo que o Manchester United efetuou em 2011/12.

«Foi um desastre desde o início. Primeiro na Liga dos Campeões e depois na Liga Europa. Nunca jogámos com a mesma motivação na Europa do que aquela do campeonato. Talvez estivéssemos demasiado confiantes no princípio da Liga dos Campeões. Foi uma má época na Europa», afirmou o lateral francês à imprensa inglesa.

O Manchester United não foi além da fase de grupos da Champions, sendo relegado por via do terceiro lugar para a Liga Europa, onde acabou por cair nos oitavos de final aos pés do Athletic Bilbao.
Para Evra, só há uma solução para ainda dar um tom positivo a esta temporada: «Agora temos de ganhar o campeonato para salvar a nossa época.»

terça-feira, 13 de março de 2012

O Olympique de Marseille apurou-se, 19 anos depois, para os quartos-de-final da UEFA Champions League.


O Olympique de Marseille apurou-se, 19 anos depois, para os quartos-de-final da UEFA Champions League. Um golo crucial de Brandão nos descontos desempatou a eliminatória que, entretanto, Diego Milito empatara para o FC Internazionale Milano. Ainda assim, os milaneses chegariam ao triunfo na partida no derradeiro lance, por intermédio de Gianpaolo Pazzini.

A atravessar uma profunda crise de resultados, o Inter apresentou-se perante o seu público apostado em recuperar a desvantagem de um golo trazida de Marselha logo nos instantes iniciais.
Logo aos oito minutos, Wesley Sneijder teve nos pés a melhor ocasião de golo de toda a primeira parte, quando, com Steve Mandanda já no chão, rematou, à entrada da pequena-área, para uma miraculosa defesa do guardião gaulês.

O capitão dos marselheses voltaria a salvar a sua equipa três minutos depois, quando respondeu com uma defesa por instinto a um desvio com o peito de Diego Milito, na resposta a um cruzamento de primeira do lado direito de Sneijder.

Os comandados de Didier Deschamps somente conseguiram responder pela primeira vez aos 18 minutos, com Loïc Rémy, de regresso à equipa com Stéphane Mbia, a cabecear ao lado do poste direito, após cruzamento de direita de Morgan Amalfitano.

Até ao intervalo, e apesar de toda a animação que a partida foi conhecendo, só em mais duas ocasiões voltou a chegar à área do Marselha, com Sneijder, de livre directo, e Diego Forlán - este já no último minuto - a cabecear ao lado da baliza dos marselheses.

Na segunda parte, o Marselha apostou mais na contenção, enquanto Ranieri viu-se obrigado a retirar Sneijder por lesão trocando-o por Joel Obi. Já a ineficácia de Forlán fez com que o uruguaio fosse rendido por Pazzini. Este estaria mesmo ligado ao golo do Inter, que chegaria aos 75 minutos, por intermédio de Diego Milito. O argentino surgiu solto na área a recargar um primeiro remate de Pazzini contrariado por Jérémy Morel, após canto de Esteban Cambiasso, que também já entrara na segunda parte.

Com o golo apontado aos marselheses, Milito facturou pelo terceiro jogo consecutivo, depois dos dois tentos durante o fim-de-semana ao Chievo Verona e um na partida anterior, com o Calcio Catania. O compatriota do argentino, Cambiasso, também esteve perto de marcar e, assim, decidir a eliminatória a favor dos italianos, mas o seu cabeceamento da pequena área saiu sobre a trave.

Já em período de descontos, o Marselha acabou por chegar ao empate e garantir o apuramento, num lance convertido por Brandão, que entrara instantes antes. O brasileiro acorreu a um livre longo do guarda-redes Mandanda, ganhou nas alturas a Dejan Stankovic, foi mais rápido do que Walter Samuel a acorrer ao ressalto e, depois, rematou à meia-volta, batendo Júlio César com um remate pelo centro.

No entanto, o Inter chegaria à vitória no encontro na transformação de uma grande penalidade no sexto minuto dos descontos, com Pazzini a converter e a punir derrube a si próprio de Mandanda, que viu o segundo cartão amarelo, sendo assim expulso. 

Bayerne Munique habituou-se ao numero sete.


O FC Bayern München garantiu a passagem aos quartos-de-final, ao conseguir uma goleada de 7-0 na recepção ao FC Basel 1893, na segunda mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League, com golos de Thomas Müller, um bis de Arjen Robben e um "poker" de Mario Gomez.

Os alemães precisavam de anular a desvantagem de um golo e entraram ao ataque, com Robben a criar a primeira situação de perigo para a baliza de Yann Sommer aos seis minutos. O holandês não perdoou à segunda tentativa, aos dez minutos, beneficiando de um ressalto na sequência de um remate de Toni Kross à entrada da área. Isolado face a Sommer, não perdeu a oportunidade para inaugurar o marcador.

O primeiro quarto-de-hora foi de intensa pressão da equipa da casa e, no minuto seguinte ao golo, Sommer teve de aplicar-se a fundo para defender mais um remate de Robben. O guarda-redes suíço foi a grande figura da equipa visitante e, aos 22 minutos, mostrou reflexos fantásticos para defender um cabeceamento de Müller na sequência de um canto.

O Basileia conseguiu equilibrar o encontro, mas foi o Bayern que voltou a marcar, e por duas vezes, até ao intervalo. Robben desmarcou-se pela direita e serviu Müller no coração da área, com o jovem de 22 anos a elevar para 2-0 aos 42 minutos. O terceiro golo dos alemães surgiu apenas dois minutos depois, numa jogada de bola parada, com Badstuber a desviar um livre de Kross para a área e Gomez a empurrar para a baliza.

A equipa da casa não baixou o ritmo no segundo tempo e só precisou de cinco minutos para aumentar a vantagem. Franck Ribéry acelerou pela esquerda e cruzou para a área, onde Gomez bisou com um toque de grande classe. Os anfitriões repetiram a receita aos 61 minutos. Ribéry trabalhou bem no seu flanco e serviu Gomez com precisão, e o internacional alemão elevou para 5-0 com um golpe de cabeça.

O pesadelo da defesa do Basileia parecia não ter fim e, aos 66 minutos, o Bayern chegou ao sexto golo. O francês Ribéry voltou a banalizar os defesas adversários e colocou a bola no coração da área, onde Gomez, com um remate de primeira, apontou o seu quarto golo no encontro e décimo em sete desafios na UEFA Champions League.

O encontro não terminou sem mais um momento de festa para os adeptos de Munique. Bastian Schweinsteiger, que tinha entrado aos 70 minutos no regresso após longa paragem por lesão, descobriu Robben na área, o holandês tirou dois defesas e o guarda-redes do caminho e fez o 7-0 final.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Apoel faz história na liga dos campeões.


Os cipriotas, que afastaram o FC Porto na fase de grupos, já tinham feito história ao atingirem os oitavos-de-final, algo nunca conseguido por um clube de Chipre, mas agora foram ainda mais longe. 

Após a derrota por 1-0 em Lyon, o APOEL igualou a eliminatória logo aos nove minutos, com um golo do ex-benfiquista Manduca, e depois assistiu-se no Estádio GSP, em Nicósia, a uma partida intensa, onde franceses e cipriotas nunca abdicaram de procurar o golo.

Apesar da boa qualidade do encontro, a vantagem mínima do APOEL manteve-se até ao final dos 90 minutos e o jogo seguiu para prolongamento, onde ambas as equipas voltaram a estar perto do golo. O nulo, no entanto, perdurou e a histórica qualificação do APOEL acabou por ser conseguida no desempate por marcação de grandes penalidades, com Lacazette e Michel Bastos a falharem para o Lyon. Mérito, também, do guarda-redes Chiotis.

"Temos de tirar o nosso chapéu ao APOEL, que conseguiu um feito incrível, mas ficamos a lamentar esta oportunidade perdida", disse Gomis ao UEFA.com. "Às vezes é assim. Podíamos ter conseguido pelo menos mais um golo em casa, onde tivemos muita posse de bola e as melhores oportunidades. Se assim fosse, esta noite estaríamos numa posição muito melhor."

Para quem pensava que esta equipa do Apoel era tenrrinha e facil, já deve ter percebido que se enganou facilmente. Esta equipa do Apoel, tem uma defesa extremamente eficaz, aguerrida e unida, para além de ser constituinda maioritariamente por bons jogadores técnicamente, o que lhes permite desdobrarem-se facilmente no campo, saindo em contra ataques rápidos e venenosos, não dando descanço às equipas adversárias, como o FC Porto o percebeu nos ultimos segundos do jogo em Chipre.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Liderança em discussão, na liga portuguesa.


Sem vencer há três jogos e sem marcar há dois, o Benfica enfrenta uma semana decisiva: a segunda mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League frente ao FC Zenit St Petersburg, na terça-feira, acontece apenas cinco dias após a cimeira de líderes da Liga portuguesa com o FC Porto, na sexta-feira.

As "águias" chegaram ao encontro da primeira mão frente ao Zenit com 11 vitórias seguidas em todas as competições, mas saíram da Rússia derrotados por 3-2, naquele que constituiu o segundo desaire da temporada após a eliminação da Taça de Portugal pelo Marítimo, em Dezembro (2-1). 


Só que não tardou muito novo reverso, quando o Benfica averbou a primeira derrota no campeonato a 20 de Fevereiro, 1-0 no terreno do Vitória de Guimarães, desfecho ao qual se seguiu o nulo no terreno da Académica, sinal evidente de claro abaixamento de forma, pelo menos em termos de resultados, por parte da equipa de Jorge Jesus.

O Porto não se fez rogado. Aproveitou os deslizes dos "encarnados", reduziu a diferença de cinco pontos e chegou à liderança da Liga portuguesa devido à diferença de golos, embora a reparta em igualdade, na altura ideal: antes da visita de sexta-feira a Lisboa para enfrentar o rival. Contudo, o Benfica pode sentir algum conforto moral na estatística, pois não perdeu nas 17 partidas efectuadas perante os seus adeptos na presente temporada e ganhou as dez realizadas no campeonato. Na Europa, apesar de estar obrigado a dar a volta ao desfecho de São Petersburgo, apresenta somente um desaire nos derradeiros 19 jogos no seu recinto, 15 dos quais foram vitórias.

Talvez seja por isso que o médio Pablo Aimar acredita na capacidade do Benfica em voltar a entrar nos eixos. "Claro que acredito nisso [vencer o Porto]", disse no final do jogo com a Académica o organizador de jogo argentino de 32 anos, galardoado com o prémio de melhor futebolista do clube em 2011/12 durante a gala anual do Benfica, na terça-feira, dia que o emblema da capital portuguesa festejou o 108º aniversário. "Acredito que com o apoio dos nossos adeptos vamos fazer um grande jogo e ganhar."

Com nove jornadas por disputar depois da visita do Porto, o treinador do Benfica, Jorge Jesus, minimizou a importância do embate de sexta-feira, embora não tenha negado tratar-se de uma semana marcante para os seus pupilos. "Não é o jogo do título", revelou o técnico de 57 anos também após o encontro na cidade do Mondego. "São dois jogos que têm enorme importância. É tudo em poucos dias, mas a equipa está preparada e habituada a estes cenários. Temos confiança de que podemos vencer o clássico."

À espera do que poderá acontecer no duelo entre Benfica e Porto está o Sp. Braga, terceiro classificado apenas a três pontos da dupla da frente na sequência de nove vitórias seguidas no campeonato, recorde em curso na prova. Como tal, Jorge Jesus destacou o facto do conjunto do Minho, o qual treinou até ingressar rumar ao Benfica em 2009, estar igualmente na corrida ao título: "Benfica e Porto sabem que o Braga tem todas as condições para chegar à frente." E o homólogo do Porto, Vítor Pereira, também é da mesma opinião. "O Braga está entre os candidatos porque tem provado dentro do campo que é candidato, com resultados e bons jogos".


Com a liderança do campeonato em discussão, quais das duas equipas que hoje medem forças directamente, irá sorrir no final? Ou será que iremos assistir a um jogo demasiado táctico, com um pacto de não agressão, já que a equipa que perder, poderá ser ultrapassada pela outra equipa que corre por fora, e que tem apresentado um excelente futebol? Veremos se não será o Braga, a sorrir no final deste confronto, no estádio da Luz.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Zenit provoca 2º derrota ao S.L.Benfica.


O Zenit de São Petersburgo impôs ao Benfica a sua segunda derrota da época, ao vencer por 3-2 na primeira mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

A equipa de Jesus ainda empatou o jogo quase em cima da hora, mas uma falha de Maxi Pereira permitiu a Shirokov marcar o 3-2, impondo ao Benfica o segundo desaire da época – o primeiro foi na Madeira, com o Marítimo, para Taça de Portugal.
O Benfica colocou-se em vantagem na primeira oportunidade do jogo. O guarda-redes Zhevnov defendeu para a frente um livre um Oscar Cardozo e Maxi Pereira marcou na recarga (20’).
Os russos empenharam-se depois na reacção e demoraram sete minutos a empatar, com um bom golo de Shirokov, após um cruzamento de Hubocan (27’).

Na segunda parte, o Benfica até começou por controlar o jogo, mas seria o Zenit a colocar-se em vantagem, com uma boa jogada pela ala direita, finalizada pelo calcanhar de Semak (75’).
Cardozo ainda voltou a empatar o jogo (87’), aproveitando mais uma defesa incompleta do guarda-redes russo, e parecia evitar a derrota benfiquista.
Só que Maxi Pereira manchou uma boa exibição, ao fazer um mau alívio, que permitiu a Shirokov bisar (88’) e dar o triunfo ao Zenit.
A segunda mão realiza-se a 6 de Março na Luz, com o Benfica a ter a obrigação de vencer para chegar aos quartos-de-final, embora um triunfo pela margem mínima seja suficiente.

From publico.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Coincidências ou nem tanto?


Es así. De la misma manera que el FC Barcelona ha ganado sus cuatro Champions League bajo el gobierno socialista, el Real Madrid obtuvo la séptima, la octava y la novena con el gobierno de Aznar. El Real Madrid ganó sus primeras seis copas de Europa con Francisco Franco, Caudillo de las Españas, en el poder. Y las tres últimas, las llamadas en color (1998, 2000 y 2002), con el gobierno del PP en el estado español. Sea casualidad o causalidad, lo cierto es que al Real Madrid le van mejor las cosas cuando el que gobierna en La Moncloa (o en El Pardo) es de derechas.

El Barça, en cambio, ganó su primera Copa de Europa en 1992, con Felipe González en el poder y pasó en blanco el doble mandato de Aznar para volver a brillar en Europa con Zapatero, periodo de gobierno en el que logró las tres restantes Champions League (París, Roma y Londres). Siempre le ha ido mejor con el gobierno socialista de izquierdas. La llegada de Mariano Rajoy, madridista de vocación, a la presidencia del gobierno parece beneficiar al Real Madrid si nos atenemos a las estadísticas y a los movimientos del palco del Bernabéu, en donde las personalidades del PP se mueven como pez en el agua. Sólo resta esperar que la política no caiga en la tentación de influir en la competición deportiva.

Desabafo de um adepto do Barcelona, mediante os casos da arbitragem que tem perseguido o FC Barcelona, na disputa da Liga deste ano, frente ao todo poderoso Real Madrid.

Serão meros desabafos, ou é mesmo uma certa coincidência na mistura entre politica e futebol?

Gostaríamos de saber o seu ponto de vista relativamente a este assunto. Participe na discussão do mesmo, apresentando a sua opinião.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Pelos vistos, existe algo que mete medo ao papão Barcelona.

Leverkusen-Barcelona: «Evitámos equipas russas»? Fàbregas


O médio espanhol Cesc Fàbregas ficou satisfeito com o sorteio da Liga dos Campeões, visto que ao defrontarem o Leverkusen evitam uma possível deslocação à Rússia, onde iriam encontrar temperaturas pouco apelativas para a prática do futebol.


«Vamos viajar até Alemanha. O Leverkusen e as equipas alemãs são sempre fortes, mas evitámos os clubes russos. É bom por causa do frio que se faz sentir», afirmou Fàbregas, em declarações no «twitter», uma rede social.


Quanto ao defesa Gerard Piqué, também, no «twitter», analisou a partida com os alemães: «Vamos defrontar o Leverkusen. Não é mau. Gosto muito de jogar nos estádios alemães. Tem um ambiente fantástico, respira futebol».
Fonte; Abola


Pelos vistos, existe mesmo algo que mete medo aos maestros do Barcelona. O frio, que lhes pode congelar os super dotes que exibem, na protecção da bola, e nas arrancadas mirabolantes para a obtenção do golo.


No fundo, para quem diz que estes jogadores são de outra galáxia, esta afirmação de Fàbregas, só vem demonstrar que afinal os jogadores do Barcelona FC, são tão humanos como os outros, com os seus poderes e fraquezas.