Tradutor

Mostrar mensagens com a etiqueta benfica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta benfica. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 8 de maio de 2012

Uma final é algo único e irrepetível e é essa a diferença


Uma final europeia entre dois rivais domésticos inevitavelmente gera mais história do que o habitual. Ainda assim, entre todas as peculiaridades de um confronto entre um Atlético e um Athletic, os dois treinadores argentinos e as riscas vermelhas e brancas partilhadas, que o clube de Madrid foi inspirado a adoptar pelo seu quase-homónimo basco, a verdade da final da UEFA Europa League, na quarta-feira, em Bucareste, é que esta é uma ocasião tão especial como se as duas equipas nunca se tivessem cruzado.
"Uma final é algo único e irrepetível e é essa a diferença", disse o treinador do Athletic Club, Marcelo Bielsa. Foi um ponto-de-vista partilhado por Diego Simeone, seu homólogo do Club Atlético de Madrid e outrora pupilo na selecção argentina. O Atlético pode ter ganho a competição há dois anos, e contar nas suas fileiras com o autor do golo da vitória na final da época passada, Falcao, mas Simeone também destacou a natureza única do embate.
"Uma final é sempre especial", disse. "Temos que a viver com o desejo de um jovem que começou agora a carreira e a experiência de outro que já anda nestas andanças há muito tempo." Simeone espera ver "uma equipa com bastante carácter", e tem razões para crer nisso. O Atlético, designada equipa da casa, ganhou 11 jogos consecutivos na competição e é a equipa mais concretizadora, com 30 golos desde o início da fase de grupos.

domingo, 29 de abril de 2012

Não conseguimos fazer melhor que o FC Porto


Jorge Jesus é pragmático na análise à campanha do Benfica na Liga, que acabou por não conduzir a equipa à ambicionada conquista do título.

«Perdemos porque não conseguimos fazer melhor que o FC Porto. É verdade que estivemos na frente em muitas jornadas. Perdemos alguns pontos em momentos de Champions», recordou o treinador dos encarnados, na conferência de Imprensa após o jogo com o Rio Ave.
«Não vale a pena falar de arbitragens. Fi-lo nos momentos e locais certos. Não quero falar sobre o passado», esclareceu Jesus, constatando: «Quem vence é porque tem mérito. O FC Porto é o vencedor do campeonato».

Adeptos insultam jogadores do Benfica, à saída do estádio


O empate do Benfica em Vila do Conde (2-2), frente ao Rio Ave, motivou a ira dos adeptos encarnados presentes no Estádio dos Arcos. Mal se ouviu o apito final do encontro, foram muitos os que se dirigiram para o exterior do recinto, colocando-se entre a saída dos balneários e o autocarro das águias, com o objetivo de insultar jogadores, equipa técnica e direção.

“Vieira pede a demissão” e “Chega de mentiras” foram algumas das palavras de ordem gritadas pelos adeptos, que levaram também tarjas para criticar o presidente do Benfica.

Jogadores normalmente acarinhados pelos adeptos, como Aimar e Gaitán, não escaparam desta vez às fortes críticas, sendo que apenas Maxi Pereira passou incólume por toda a situação.
A Polícia reforçou o contingente e marca bem a sua posição, de modo a a situação não aqueça ainda mais, e possa degenerar em confrontos.

Empate do Rio Ave entrega título ao FC Porto


Os “dragões” festejaram no sofá a conquista do seu 26.º campeonato. A duas jornadas do fim da Liga, o FC Porto tornou-se bicampeão após o Benfica não ter ido além da divisão de pontos no terreno do Rio Ave (2-2).

O FC Porto garante o título somando até ao momento apenas uma derrota e seis empates no campeonato.
A duas rondas do final, e antes da recepção ao Sporting, os “azuis e brancos” totalizaram 21 triunfos, um desempenho que corresponde a 69 pontos.

Vítor Pereira torna-se o 17.º treinador campeão pelo FC Porto e o 12.º a consegui-lo na época de estreia, depois de Mihaly Siska (1938-39), Dorival Yustrich (1955-56), Béla Guttman (1958-59), Artur Jorge (1984-85), Tomislav Ivic (1987-88), Carlos Alberto Silva (1991-92), António Oliveira (1996-97), Fernando Santos (1998-99), Co Adriaanse (2005-06), Jesualdo Ferreira (2006-07) e André Villas-Boas (2010-11).
Logo após o empate do Benfica em Vila do Conde, os adeptos portistas iniciaram a romaria à Avenida dos Aliados, palco dos habituais festejos dos portistas.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

O Benfica a quatro pontos do líder FC Porto.


O Sporting venceu esta segunda-feira o Benfica no Estádio José Alvalade, por 1-0, subindo ao quarto lugar da Liga portuguesa e deixando as "águias" a quatro pontos do líder FC Porto.

O Benfica pareceu querer agarrar nas rédeas do derby lisboeta, e até começou melhor, com muita iniciativa, mas o Sporting conseguiu, aos poucos, tapar todos os caminhos para a sua baliza e assumiu o controlo das operações, criando os melhores lance da partida e justificando a vantagem com que chegou ao intervalo.

O primeiro lance de perigo pertenceu ao Sporting, aos seis minutos, com Matías Fernández a atirar ao lado quando estava solto na grande área. Aos 16 foi Javi García a obrigar Rui Patrício a uma excelente defesa e, logo a seguir, o Sporting marcou. Luisão faz falta sobre Ricky van Wolfswinkel na grande área e o holandês converteu o penalty em golo, aos 18 minutos.

O Benfica sentiu o golo e não mais conseguiu ligar o seu jogo, com os "leões" cortarem todas as linhas de passe dos "encarnados". Os cruzamentos para a grande área, à procura de Óscar Cardozo, passaram a ser as opções mais usadas pelos da Luz, enquanto Matías Fernández era o mais perigoso dos homens da casa.

O segundo tempo começou com uma oportunidade flagrante para o Benfica, com a bola a sobrar para Maxi Pereira com Rui Patrício fora da baliza, mas Insúa cortou em cima da linha de golo. respondeu o Sporting, com Schaars a obrigar Artur a defesa apertada. Aos 61 minutos, Wolfswinkel aproveitou um mau passe da defesa benfiquita para se isolar, mas Artur efectuou excelente defesa, numa fase intensa da partida. E aos 63, Izmailov atirou de longe à barra da baliza benfiquista.

O Benfica tinha mais bola, mas o Sporting continuou a ser a equipa a criar mais perigo, pelo que aos poucos, os visitantes começaram a perder a crença, pelo que os "leões" conseguiram, até final, segurar uma vantagem preciosa, que coloca a equipa no quarto lugar. Até final, destaque para o segundo cartão amarelo visto por Luisão, e consequente amarelo, em cima do minuto 90.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Raul Meireles confirma a derrota do Benfica frente ao Chelsea FC.


O Chelsea FC venceu o Benfica por 2-1 na segunda mão dos quartos-de-final da UEFA Champions League e com um total de 3-1 ganhou direito a discutir um lugar nas meias-finais com o FC Barcelona.

A equipa de Roberto Di Matteo ganhou vantagem com uma grande penalidade de Frank Lampard no primeiro tempo, mas o Benfica, reduzido a dez desde os 40 minutos por expulsão de Maxi Pereira, respondeu com um golo de Javi García aos 85. 

Só que o português Raul Meireles entrou em campo a tempo de confirmar o apuramento dos ingleses em tempo de compensação.

As lesões obrigaram Jorge Jesus a improvisar, com Emerson e Javi García a jogarem no eixo da defesa, mas foi a equipa portuguesa que criou as primeiras jogadas de ataque em Stamford Bridge. Os anfitriões equilibraram o encontro e o brasileiro David Luiz tentou a sorte frente ao seu antigo clube, mas o remate foi interceptado.

Uma grande penalidade a favor do Chelsea, aos 20 minutos, após uma disputa de bola entre Javi García e Ashley Cole permitiu a Frank Lampard inaugurar o marcador e deixar a equipa da casa numa posição confortável para seguir em frente. O Benfica respondeu à passagem da meia-hora, num livre ensaiado, que fez a bola chegar a Óscar Cardozo que rematou forte, da entrada da área, e viu John Terry evitar o empate sobre a linha de baliza.

O Benfica foi mais perigoso no final do primeiro tempo, mas Petr Čech chegou ao intervalo sem efectuar qualquer defesa. A tarefa da equipa portuguesa ficou ainda mais complicada quando Maxi Pereira foi expulso, por segundo cartão amarelo, aos 40 minutos.

A equipa de Jorge Jesus não se deixou abater pelas contrariedades e entrou bem no segundo tempo. Cardozo desferiu um remate colocado da meia-lua, aos 48 minutos, e obrigou Petr Čech a uma defesa espectacular, Poucos segundos depois, foi Pablo Aimar que rematou às malhas laterais. O jogo estava aberto e as situações de perigo surgiam junto de ambas as balizas, poucos segundos depois, Kalou entrou na área do Benfica pela esquerda e serviu Ramirez que, a meio metro da baliza, não conseguiu marcar à antiga equipa.

Os ingleses voltaram a criar perigo aos 57 minutos, com Juan Mata a dispara no coração da área, para uma boa defesa de Artur, com e Torres a rematar ao lado na recarga. Yannick Djaló foi lançado em jogo aos 61 minutos e pouco depois esteve quase a empatar, com o remate de pé esquerdo a passar muito perto do poste da baliza do Chelsea. 

O Benfica foi recompensado pela entrega aos 85 minutos, quando Javi García fez o empate com um remate de cabeça após um após um canto de Aimar.

O Benfica pressionou em busca de um golo que valia o apuramento, mas foi o Chelsea que cehgou à vitória. O português Raul Meireles, que tinha entrado em campo aos 79 minutos, ganhou a bola à saída da área do Chelsea, percorreu todo o campo, e não deu hipóteses de defesa a Artur, terminado com as esperanças encarnadas.

Ou o Chelsea se reorganiza e se apresenta em melhores condições quer físicas quer psicológicas, ou arrisca-se a ser varrido pelo Barcelona FC, na próxima eliminatória da Champions.

sábado, 31 de março de 2012

Benfica desequilibra nos descontos e vence o S. C. Braga.


Uma vitória por 2-1 deu a vitória ao Benfica sobre o Sp. Braga, que é o grande derrotado da ronda. Já o FC Porto volta a líder isolado.

Num jogo muito bem disputado e com oportunidades de golo para ambas as equipas, marcou primeiro o Benfica, numa grande penalidade convertida por Witsel, já na ponta final do encontro.

Só que o jogo tinha ainda reservado mais dois golos. Primeiro surgiu o empate do Sp. Braga, por Elderson (que tinha cometido a falta sobre Bruno César e que originou o penálti a favor dos benfiquistas). Um livre de Hugo Viana desviado à boca da baliza pelo nigeriano deu o empate.

Mas o Benfica voltaria a marcar, já nos descontos, num lance finalizado por Bruno César.
Com este resultado, e a cinco jornadas para o fim da prova, o FC Porto é líder, com 60 pontos, seguido do Benfica com 59 e do Sp. Braga com 58.


Na próxima ronda haverá um Sp. Braga-FC Porto e um Sporting-Benfica.

«Foi uma vitória muito importante. Não só eu, como toda a equipa fez um grande jogo. Sabíamos das dificuldades que significava defrontar o Braga. É uma ótima equipa, muito forte. 

Foi um jogo muito importante que nos mantém vivos na competição.

O título só vai ser decidido no fim e Benfica, Porto e Braga mantêm-se na luta e vão lutar até ao fim para serem campeões. Os jogos são todos importantes, primeiro pensamos no de hoje, agora vamos concentrar-nos no jogo com o Chelsea na quarta. São todos uma final.

sexta-feira, 23 de março de 2012

O Benfica igualou provisoriamente o FC Porto na liderança da Liga portuguesa.


O Benfica e o Olhanense empataram sem golos esta sexta-feira em jogo que abriu a 24ª jornada, num encontro muito morno.

Mais um ano que passa e o Benfica confirma que vencer em Olhão é um calvário. Dos grandes. FC Porto e Sporting também ‘empancaram’ na cidade com vista para a Ria Formosa e dali só levaram um ponto. Só os Guerreiros do Minho ganharam, à tangente (4-3). Os encarnados podiam ficar até domingo na liderança, pressionando o FC Porto e o Sporting de Braga, seu adversário na próxima jornada, mas saem do Algarve a pedir um milagre.

O Olhanense não é uma equipa deslumbrante. Têm é um poder de se dispor no campo, fechando espaços, que faz com que seja difícil furar a muralha defensiva. E com isto não se diz que colocaram o ‘autocarro à frente da baliza’. Não. Até porque foram arriscando o contra-ataque, com Toy e Dady como elementos mais ativos. Salvador Agra, que costuma ser uma dor de cabeça, esteve mais apagado.

Os encarnados foram mais ofensivos, tendo Jesus optado por deixar Aimar no campo, apostando em Cardozo e Nelson Oliveira na frente. O treinador mudou de ideias no início da segunda parte e fez entrar El Mago por Nolito. No entanto, o jogador esteve 16 minutos em campo, tendo visto cartão vermelho direto por falta sobre Rui Duarte. Se com 11 estava difícil, com 10 não melhorou.

Em 90 minutos de jogo, as oportunidades foram mais escassas do que a chuva que não cai em Portugal. Na primeira parte, duas ocasiões, ambas para os encarnados. Jardel (6 minutos) de cabeça após canto a atirar por cima e Maxi Pereira (22’) num remate-cruzamento a assustar Fabiano.

A segunda parte, não foi diferente. Uma grande oportunidade para Javi Garcia (55’), num livre batido por Aimar, e a bola a rasar o poste da baliza algarvia. E do outro lado, aos 78’, Toy obrigou Artur a defesa apertada.

Já para lá dos descontos, Gaitán viu bem a saída de Fabiano, e à entrada da área tentou o cabeceamento em jeito de chapéu. Valeu Mauricio. Já em cima do apito, Saviola, com tudo para marcar, viu Fabiano opôr-se bem.

O lateral esquerdo do SL Benfica, Emerson, viu um cartão amarelo durante o jogo com o Olhanense e vai falhar a receção ao SC Braga na próxima jornada.

O jogador brasileiro viu o quinto cartão amarelo do campeonato aos 32' minutos e está assim impedido de jogar frente aos minhotos.

domingo, 18 de março de 2012

Oscar Cardozo na galeria de imortais da Luz


A motivação extra de quem sabe de que não pode perder 3 vezes seguidas, com o mesmo adversário, ou seja o FC Porto.

Jogador ganha 120 mil euros por ano e com prolongamento do vínculo por mais duas ou três temporadas deve passar a auferir 250 mil. O Benfica está a tentar tudo para que Nélson Oliveira renove antes do Campeonato da Europa, que se realiza entre os dias 8 de junho e 1 de julho, na Polónia e na Ucrânia, em que deve ser um dos 23 escolhidos pelo selecionador Paulo Bento - convocatória será divulgada no dia 14 de maio.

E por sua vez;
Cardozo chegou aos 125 golos em jogos oficiais com a camisola do Benfica, graças ao bis de sexta-feira frente ao Beira-Mar, no Estádio da Luz. O paraguaio está a apenas dois de igualar Mário Coluna, uma das figuras míticas dos encarnados, como o 10.º melhor marcador de sempre da história do Benfica.

Sem tempo a perder. Depois da vitória por 3-1 diante do Beira-Mar, o plantel do Benfica iniciou, este sábado, a preparação do clássico com o FC Porto, agendado para terça-feira, no Estádio da Luz, referente às meias-finais da Taça da Liga.
O primeiro treino tendo em vista a receção aos azuis-e-brancos decorreu à porta fechada, no Seixal.

Garay, lesionado, é a única ‘baixa’ para o jogo que vai definir o primeiro finalista da Taça da Liga, prova que os encarnados conquistaram nas últimas três edições.
Maxi Pereira, ausente por castigo no encontro com o Beira-Mar, voltará a estar à disposição de Jorge Jesus para o segundo confronto com o FC Porto no corrente mês de março.
No passado dia 2, recorde-se, os dragões venceram na Luz, por 3-2, na 21.ª jornada do campeonato.

Sporting de Braga, o candidato camuflado.


Sete meses e 23 jornadas depois de começar a época, o Sp. Braga mantém-se na luta e apenas depende de si para conquistar pela primeira vez o título de campeão nacional. Os responsáveis bracarenses continuam a camuflar a candidatura, mas com exibições como a deste sábado, em Santa Maria da Feira, começa a ser difícil aos minhotos esconder o óbvio: FC Porto e Benfica têm um concorrente à altura. 

Com a goleada por 4-1 em casa do Feirense, a equipa de Leonardo Jardim volta a estar a apenas um ponto da liderança.

Apesar da posição incómoda na tabela, o Feirense deixou uma excelente imagem nos jogos contra os “grandes”. A equipa de Santa Maria da Feira roubou pontos ao FC Porto, ofereceu uma excelente réplica ao Benfica no Estádio Marcolino de Castro (1-2) e apenas cedeu no Dragão e em Aveiro, contra o Sporting, após ficar reduzida a 10 jogadores. Por isso, Leonardo Jardim alertou, na antevisão do encontro, que os bracarenses iam defrontar uma equipa que “apresenta grande intensidade, é forte nas transições ofensivas e exerce muita pressão sobre o adversário”.

A réplica da equipa da casa era ténue e apenas Ludovic causava problemas aos minhotos que, sem grandes sobressaltos, chegaram ao intervalo com um golo de vantagem.
Os primeiros instantes da segunda parte deixaram no ar a possibilidade de o Feirense ainda ter argumentos para evitar a derrota, mas o Sp. Braga “matou” as aspirações da equipa de Quim Machado em três minutos: aos 55’, Lima fez o 2-0 e igualou Cardozo na lista de melhores marcadores e, aos 58’, Mossoró fez o terceiro dos minhotos.

Fica assim mais um aviso para todas aquelas equipas que nas próximas jornadas vão enfrentar o Braga, que devem encarar os jogos com o máximo de respeito, empenho, agressividade e sereidade, conforme o fazem quando enfrentam por exemplo o Porto, Benfica ou mesmo o Sporting, ou arriscam-se a ser goleados como ontem o foi o Feirense, e já o tinha sido o Nacional.

O que se viu ontem na Vila da Feira, é um bom exemplo disso.

O Sporting de Braga atual, é já uma das grandes equipas deste campeonato, muito bem organizada, séria e com uma vontade anormal de fazer história, e que no seu íntimo luta com redobrado interesse para ser campeão, mesmo que continuem a esconder esse desejo.

sábado, 10 de março de 2012

Braga chega ao topo do campeonato da Liga.


Os bracarenses derrotaram em casa o U. Leiria por 2-1 e igualaram, com mais uma partida disputada, o FC Porto na liderança do campeonato.

Frente ao último classificado, responsável por uma das duas derrotas dos minhotos na Liga, o Sp. Braga sentiu algumas dificuldades.

Os bracarenses chegaram ao intervalo a vencer por 1-0, golo apontado pelo defesa brasileiro Douglão aos 24 minutos, e no recomeço da segunda parte Lima aumentou para 2-0. O avançado brasileiro apontou o 17.º golo na prova.

Apesar do mau momento que atravessa, o U. Leiria ainda conseguiu reagir e reduziu aos 62 minutos, com um golo de Bruno Moraes, mas a equipa treinada por Leonardo Jardim segurou a vantagem que garante a 11.ª vitória consecutiva na prova.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Apoel faz história na liga dos campeões.


Os cipriotas, que afastaram o FC Porto na fase de grupos, já tinham feito história ao atingirem os oitavos-de-final, algo nunca conseguido por um clube de Chipre, mas agora foram ainda mais longe. 

Após a derrota por 1-0 em Lyon, o APOEL igualou a eliminatória logo aos nove minutos, com um golo do ex-benfiquista Manduca, e depois assistiu-se no Estádio GSP, em Nicósia, a uma partida intensa, onde franceses e cipriotas nunca abdicaram de procurar o golo.

Apesar da boa qualidade do encontro, a vantagem mínima do APOEL manteve-se até ao final dos 90 minutos e o jogo seguiu para prolongamento, onde ambas as equipas voltaram a estar perto do golo. O nulo, no entanto, perdurou e a histórica qualificação do APOEL acabou por ser conseguida no desempate por marcação de grandes penalidades, com Lacazette e Michel Bastos a falharem para o Lyon. Mérito, também, do guarda-redes Chiotis.

"Temos de tirar o nosso chapéu ao APOEL, que conseguiu um feito incrível, mas ficamos a lamentar esta oportunidade perdida", disse Gomis ao UEFA.com. "Às vezes é assim. Podíamos ter conseguido pelo menos mais um golo em casa, onde tivemos muita posse de bola e as melhores oportunidades. Se assim fosse, esta noite estaríamos numa posição muito melhor."

Para quem pensava que esta equipa do Apoel era tenrrinha e facil, já deve ter percebido que se enganou facilmente. Esta equipa do Apoel, tem uma defesa extremamente eficaz, aguerrida e unida, para além de ser constituinda maioritariamente por bons jogadores técnicamente, o que lhes permite desdobrarem-se facilmente no campo, saindo em contra ataques rápidos e venenosos, não dando descanço às equipas adversárias, como o FC Porto o percebeu nos ultimos segundos do jogo em Chipre.

Messi e a sua manita de golos, num só jogo.


O que é que ainda falta escrever sobre Lionel Messi? O jogador argentino nunca pára de surpreender e esta noite, em Camp Nou, destroçou o quinto classificado do campeonato alemão. 

Na segunda mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, Messi marcou cinco golos na histórica goleada do Barcelona por 7-1 sobre o Bayer Leverkusen e acrescentou mais algumas proezas a um currículo que é, cada vez mais, ímpar.

Até hoje nenhum jogador tinha marcado cinco golos num jogo da mais importante prova de clubes na Europa desde que a UEFA, em 1992, alterou o formato da prova. Messi, que nunca tinha conseguido uma “manita” na sua carreira, fê-lo numa partida que vai ficar também para a história do Bayer Leverkusen: os alemães nunca tinham sofrido uma derrota tão pesada nas competições europeias.

Com estes cinco golos, marcados aos 25’, 42’, 49’, 58’ e 84’, Messi atinge os 49 na Liga dos Campeões, ultrapassa Eusébio na lista dos melhores marcadores de sempre da competição e é agora o 6.º melhor nesse ranking, lugar que partilha com Alfredo Di Stéfano, outra lenda do futebol mundial.


Mas as proezas de Messi não se ficam por aqui. Esta época o argentino marcou 12 golos nos sete jogos que disputou na Liga dos Campeões, e igualou o recorde alcançado numa só edição. Quem o detinha? Messi, claro. Para mais tarde fica outro feito: faltam sete golos para superar César como o melhor marcador de sempre do Barcelona.

terça-feira, 6 de março de 2012

Arsenal fica no "quase" e cai na Liga dos Campeões, mesmo marcando 3 ao MIlan.


Ficou no quase a tentativa do Arsenal de construir uma histórica virada na Liga dos Campeões. 

Após ser derrotada na Itália por 4 a 0, a equipe inglesa tinha a missão de ao menos repetir o placar no Emirates Stadium para levar a decisão das oitavas de final aos penáltis, mas venceu o Milan nesta terça-feira por "apenas" 3 a 0 e caiu na competição da liga dos campeões.

O Arsenal fez todos os seus golos no primeiro tempo, com Koscielny, Rosicky e Van Persie. 

Depois do intervalo, a equipe inglesa teve grandes chances de fazer o esperado quarto tento, mas errou a mira dos ses remates para a abaliza do guarde redes italiano, Abbiati.

Os italianos ficaram perto de marcar três minutos depois, em saída de bola errada de Szczesny que caiu nos pés de Ibrahimovic. O atacante sueco arriscou o chute e viu a bola sair à direita da meta. O Milan voltou a desperdiçar excelente oportunidade aos 31min, com Nocerino, que recebeu passe na pequena área e chutou para o guarda redes do Arsenal.

A partida seguiu aberta até os minutos finais, com as duas equipas a criar oportunidades. O Milan seguiu apertando a saída de bola inglesa e ameaçou Szczesny com remates de Ibrahimovic, mas sem conseguir vencer o guarda redes polaco do Arsenal.

O Milan segue para os quartos-de-final, onde irá encontrar o Benfica, que nesta noite no estádio da Luz levou de vencida o Zenit, por 1-0.

Benfica está nos “quartos” da Champions.


O Benfica apurou-se para os quartos-de-final da UEFA Champions League após uma vitória por 2-0 sobre o FC Zenit St Petersburg, depois de ter perdido a primeira mão dos oitavos-de-final, por 3-2.

A jogar em casa e a precisar de marcar para reverter a eliminatória, o conjunto "encarnado" entrou de forma pressionante e, como já seria de esperar, encontrou uma formação do Zenit recuada, com um bloco defensivo compacto, à espreita do contra-ataque.


Aos 14 minutos os comandados de Jorge Jesus criaram a primeira oportunidade de golo, na sequência de um remate colocado de Bruno César. Vyacheslav Malafeev correspondeu com uma excelente defesa. 

Cinco minutos depois foi a vez de Maxi Pereira levar perigo à baliza do Zenit, depois de ganhar a linha de fundo. O lateral uruguaio efectuou um cruzamento-remate, com Malafeev a afastar o perigo.


Em vantagem na eliminatória, a formação russa foi conseguindo evitar, com maior ou menor dificuldade, a avalanche ofensiva do Benfica, numa fase do jogo com muitas paragens, algo que ia favorecendo os homens de Luciano Spalletti. A três minutos do descanso, os russos dispuseram da primeira oportunidade de golo no Estádio da Luz, após uma atrapalhação na defesa "encarnada". Roman Shirokov tentou aproveitar o adiantamento de Artur ma o guarda-redes brasileiro recuperou e defendeu o remate do russo.


Já em período de descontos, o Benfica quebrou finalmente a resistência russa, após combinação entre Witsel e Bruno César. O internacional belga efectuou o primeiro disparo, Malafeev defendeu e Maxi Pereira emendou com sucesso.


No segundo tempo, o Zenit partiu em busca da igualdade, tendo-se instalado no meio-campo adversário, agora com o Benfica a apostar no contra-golpe. Aos 55 minutos, os comandados de Jorge Jesus enjeitaram uma excelente ocasião após a marcação de um canto. Jardel, ao segundo poste, cabeceou de cima para baixo mas o esférico saiu ligeiramente ao lado.

O Zenit continuou a pressionar mas sem conseguir chegar com real perigo até à baliza à guarda de Artur. Aos 69 minutos, Óscar Cardozo desperdiçou uma ocasião soberana, após falha da defensiva russa. Isolado perante Malafeev, o atacante paraguaio rematou ao lado. Aos 74 minutos Cardozo voltou a estar em evidência, ao permitir uma boa defesa do guardião russo.

Até final o Zenit tentou anular a vantagem da formação portuguesa, que ainda assim conseguiu ampliar a vantagem nos descontos por intermédio do recém-entrado Nélson Oliveira.

Benfica segue assim para os quartos de final, onde irá encontrar a equipa do AC Milan.

domingo, 4 de março de 2012

Terá Roberto voltado à baliza do Benfica?


É preciso recuar 50 anos para encontrar uma época em que o Benfica tenha sofrido tantos golos em casa como na presente temporada, mas, para o adepto "encarnado" que acredite em coincidências, esta poderá ser uma notícia moralizadora. É que estes números não se viam na Luz desde 1961-62, quando a equipa sofreu o 13.º golo no velho Estádio da Luz, na 21.ª jornada, apontado justamente pelo FC Porto. O treinador era o mítico Bela Guttmann e, no final da época, a equipa conquistaria a Taça dos Campeões Europeus e a Taça de Portugal.

Ao todo, o conjunto de Jorge Jesus já sofreu em 2011-12 12 golos em casa, onde apenas o Sporting ficou em branco esta época, em 11 partidas já disputadas. Com os três golos apontados anteontem, os "dragões" aproveitaram alguma da instabilidade defensiva do adversário em Lisboa, já que, em matéria de golos sofridos, tudo corre pior na Luz. Paradoxalmente, fora de portas, o conjunto "encarnado" é, a par do Beira-Mar, a equipa menos batida, com apenas sete golos sofridos.

Perante os seus adeptos, a equipa de Jesus sofreu o dobro dos golos de FC Porto, Sp. Braga, Sporting (seis), e mais do que Marítimo, V. Guimarães, Rio Ave e até Feirense (oito), que ocupa a penúltima posição da tabela classificativa. Menos batida em Coimbra é também a Académica (9), tal como o Gil Vicente, em Barcelos (11). De referir que, com excepção dos portistas e academistas, os restantes têm menos uma partida caseira contabilizada (menos duas, nos casos dos gilistas e vila-condenses).

Nas poucas épocas em que o Benfica sofreu dez ou mais golos em casa até à jornada 21, só por uma vez conquistou o campeonato. Foi em 1962-63, há 49 anos (com 11 golos contabilizados). De resto, em 1965-66, ficou na segunda posição (11 golos); em 1984-85, foi terceiro (10); em 2001-02, quarto (11) e 2003-04, segundo (11).

sexta-feira, 2 de março de 2012

James chegou a tempo de apagar novamente a Luz, no clássico frente ao SL Benfica.


Benfica, 2
FC Porto, 3
Jogo no Estádio da Luz, em Lisboa.
Assistência 58.222 espectadores.

Chegou a Lisboa às 8h30, depois de uma extenuante viagem dos EUA para Portugal. Juntou-se aos seus companheiros às 9h15. Descansou o resto do dia. E ainda teve força para resolver um encontro fundamental para o FC Porto no campeonato. 

James Rodríguez saltou do banco aos 58’, numa altura em que o Benfica vencia e dominava o clássico, empatou o encontro seis minutos depois e, aos 87’, cobrou o livre para o golo da vitória dos “dragões”. O Sp. Braga pode hoje alcançar os “encarnados” no segundo lugar da Liga.

Para o clássico, Jorge Jesus optou pelo desenho táctico mais conservador dos “encarnados” na presente temporada (4x2x3x1), apostando no equilíbrio e estabilidade no meio-campo, com Witsel ao lado de Javi García, antes do trio mais adiantado. No lado contrário, Maicon voltou ao flanco direito da defesa, com Otamendi a acompanhar Rolando no miolo. Djalma foi a escolha (previsível) de Vítor Pereira para o lado esquerdo do ataque portista (face à lesão de Varela e ao condicionamento de James, regressado apenas ontem de um jogo particular da seleção, nos EUA, frente ao México), numa linha que incluía Hulk na direita e Janko no centro.

As pedras estavam lançadas e ninguém saiu defraudado com a primeira metade do clássico. Um golo a abrir, outro a fechar os primeiros 45’ e, pelo meio, uma mão cheia de oportunidades das duas equipas. Um primeiro tempo frenético, nem sempre bem jogado, mas inegavelmente intenso.

Pouco afectado com o ambiente “infernal” na Luz, o FC Porto entrou determinado no encontro. Bem organizado colectivamente, com as suas linhas bastante subidas e apostando numa pressão alta, com constante circulação de bola, os “dragões” condicionaram drasticamente a primeira linha de construção do Benfica, que perdeu os primeiros 20’ do jogo.

E a desorientação da equipa da casa foi reforçada logo aos 7’, com um grande golo de Hulk, ao seu estilo. Com espaço, ultrapassou facilmente Emerson, na direita, flectiu para dentro da área e atirou uma “bomba” só travada pelas redes “encarnadas”.

O Benfica demorou a acordar, mas quando o fez criou estragos ao adversário e levou ao erro a defesa menos batida do campeonato. O protagonista da reação foi Cardozo que, em apenas 18’, sintetizou a relação de amor-ódio que mantém com os adeptos da Luz. Primeiro veio o fel, com o avançado a falhar o golo, aos 23’, quando, sozinho perante Helton, permitiu a defesa do guarda-redes portista. Depois veio o mel, com o Paraguai numa posição parecida a não falhar.

Mas entre estes dois lances contrastantes, os “dragões” desperdiçaram três grandes oportunidades para chegar ao 2-0. Mérito de Artur que, com duas defesas consecutivas travou os remates de Janko e Álvaro Pereira (36’), numa altura em que os visitantes voltaram a acelerar no encontro. De livre frontal, Moutinho fez ainda a bola cheirar a barra (38’).

Se os portistas precisaram de sete minutos para inaugurar o marcador no primeiro tempo, aos lisboetas chegaram três para inverterem o resultado no segundo. Mais uma vez mérito de Cardozo, que bisou, mas também de Aimar que cobrou o livre diretamente para a cabeça do paraguaio.

A perder, Vítor Pereira arriscou tudo (ou quase). Chamou James para o lugar de Rolando (amarelado), puxou Maicon para o seu lugar natural no centro da defesa e adaptou Djalma a defesa direito. E teve resultados. Aos 64’, num contra-ataque conduzido pelo colombiano, este tabelou com Fernando, e recebeu para empatar. O Benfica, que se ressentiu da saída de Aimar, lesionado, aos 52’ (rendido por Rodrigo), não soube reagir. A expulsão de Emerson, aos 78’, por acumulação de cartões amarelos complicou ainda mais a situação.

Vítor Pereira acreditou que podia sair de Lisboa com três pontos chamou Kléber (para o lugar de Moutinho), apostando numa dupla de pontas-de-lança e instantes depois, a sua equipa chegaria ao terceiro golo. James cobra um livre para a área e Maicon (que partiu de posição irregular) aproveitou uma saída em falso de Artur, garantindo o triunfo visitante.

POSITIVO
James
Foi uma semana frenética para o colombiano, mas não podia ter terminado melhor. Jogou 80’, na quarta-feira, na Flórida, frente ao México, e teve forças para decidir o clássico.
Hulk
Apontou o seu primeiro golo em 2012. E que grande golo a abrir o espectáculo.
Cardozo
Dois golos do paraguaio fizeram o Benfica sonhar muito alto, mas acabaram por ser curtos para a vitória.
NEGATIVO
Emerson
Teve culpas no golo de Hulk e a sua expulsão condicionou os “encarnados”.
Jesus
Foi o quarto jogo consecutivo sem vencer 
e poderá ter sido fulcral para 
as aspirações no campeonato.
Artur
Maicon até partiu em 
fora-de-jogo, mas Artur 
teve uma saída em falso no lance do 2-3.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Benfica chumbou no teste em Coimbra


O Benfica não foi além de um nulo no terreno da Académica, com os "encarnados" a poderem ser apanhados na liderança pelo FC Porto, que recebe este domingo o Feirense.

Depois de ter sofrido a primeira derrota na Liga portuguesa na ronda anterior, em Guimarães, o Benfica voltou a marcar passo em Coimbra. 

A equipa de Jorge Jesus teve várias oportunidades para fazer funcionar o marcador, mas a falta de pontaria das "águias" significa que podem ser igualados pelo FC Porto neste domingo, isto caso os "dragões" batam o Feirense.Quanto à Académica, o conjunto de Pedro Emanuel, segue na décima posição, com 21 pontos. A ronda 20 prossegue no domingo, com o Sporting a medir forças com o Rio Ave.

Parece que bastou sentir o bafo do Dragão na nuca, para que as pernas do Benfica tremessem que nem varas verdes.

Prevemos que o próximo clássico já na próxima 6ª feira dia 2 de Março, com a visita do FC Porto ao estádio da Luz para enfrentar o Benfica, seja um jogo extremamente entusiasmante.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Zenit provoca 2º derrota ao S.L.Benfica.


O Zenit de São Petersburgo impôs ao Benfica a sua segunda derrota da época, ao vencer por 3-2 na primeira mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

A equipa de Jesus ainda empatou o jogo quase em cima da hora, mas uma falha de Maxi Pereira permitiu a Shirokov marcar o 3-2, impondo ao Benfica o segundo desaire da época – o primeiro foi na Madeira, com o Marítimo, para Taça de Portugal.
O Benfica colocou-se em vantagem na primeira oportunidade do jogo. O guarda-redes Zhevnov defendeu para a frente um livre um Oscar Cardozo e Maxi Pereira marcou na recarga (20’).
Os russos empenharam-se depois na reacção e demoraram sete minutos a empatar, com um bom golo de Shirokov, após um cruzamento de Hubocan (27’).

Na segunda parte, o Benfica até começou por controlar o jogo, mas seria o Zenit a colocar-se em vantagem, com uma boa jogada pela ala direita, finalizada pelo calcanhar de Semak (75’).
Cardozo ainda voltou a empatar o jogo (87’), aproveitando mais uma defesa incompleta do guarda-redes russo, e parecia evitar a derrota benfiquista.
Só que Maxi Pereira manchou uma boa exibição, ao fazer um mau alívio, que permitiu a Shirokov bisar (88’) e dar o triunfo ao Zenit.
A segunda mão realiza-se a 6 de Março na Luz, com o Benfica a ter a obrigação de vencer para chegar aos quartos-de-final, embora um triunfo pela margem mínima seja suficiente.

From publico.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Aimar quer continuar a jogar, apesar das dificuldades físicas


"Não, não quero parar. Nunca disse que ia abandonar. Eu adoro treinar, o balneário, onde há muitas super estrelas mas que, no fundo, são rapazes normais. No relvado somos parte da equipa. Um grupo de rapazes numa equipa", descreveu.

Contudo, Aimar alertou para o facto de o futebol ser "um desporto de contacto que deixa marcas fisicamente".

"É difícil estar sempre no topo da forma e tenho tido alturas difíceis, mas terei sempre sonhos, alguns por realizar", afirmou, preferindo manter-se focado nas "coisas que resultaram bem".

Os recentes elogios por parte de figuras como o treinador escocês do Manchester United, Alex Ferguson, ou do seu compatriota e melhor jogador do Mundo, Lionel Messi (FC Barcelona), deixaram-no "orgulhoso".