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terça-feira, 24 de abril de 2012

Fernando Torres explica qual o segredo para derrotar o Barcelona


Derrotar os adversários é uma coisa, mas afastar o actual campeão europeu de clubes da defesa do título é outra bem diferente. Torres é um enorme admirador dos compatriotas Xavi Hernández e Andrés Iniesta, ao lado de quem conquistou troféus importantes ao serviço da selecção de Espanha, desde o Campeonato da Europa de Sub-19 de 2002 até ao UEFA EURO 2008 e ao Mundial de 2010, mas acredita que sabe como levar a melhor sobre eles.

"É óbvio que o Barcelona se encontra um passo à frente de todos os outros clubes. Esteve nas últimas cinco meias-finais da prova e não vai, de todo, ser fácil para nós, mas no futebol a melhor equipa nem sempre ganha. Xavi e Iniesta são jogadores que ditam o ritmo de jogo. Quando se joga contra eles, é necessário compreender que vão ser eles a controlar o encontro."
Muitas equipas que jogam contra o Barcelona pensam que têm de evitar que eles tenham a bola, mas não creio que isso seja possível. Tem de se usar armas diferentes contra eles. Se o objectivo for tirar-lhes a posse de bola, não vamos conseguir e vamos acabar por nos cansar, abrindo mais espaços para eles jogarem.
"Até agora, a estratégia do Chelsea tem dados frutos. Embora o Barcelona tenha tido 72 por cento do tempo de posse de bola na partida da primeira mão e de a turma de Di Matteo apenas ter efectuado um remate na direcção da baliza, contra seis da formação "azulgrana", são os londrinos que estão em vantagem na eliminatória depois da vitória por 1-0 em Stamford Bridge.


Veremos quem leva a melhor neste confronto de colossos europeus; se a equipa da Adidas, ou a equipa da Nike. 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Vilas-Boas, diz adeus ao título da Premier League.


As esperanças do Chelsea FC poder discutir ou chegar ao título da Premier League, sofreram hoje um duro revés, com o empate caseiro dos blues frente ao Fulham.

O jogo até estava a correr de feição ao Chelsea, já que foram os primeiros a passarem para a frente do marcador, após o intervalo, por intermédio de Juan Mata, que desferiu um potente remate à entrada da área, sem hipóteses para o guardião do Fulham.

Quando se pensaria que após este golo, a equipa do Chelsea embalaria definitivamente para um bom jogo, o Fulham, que em abono da verdade nunca se entregou, procurou na utilização dos extremos, chegar à baliza de Peter Cech.

Num desses raides protagonizados por Bryan Ruiz, o mesmo bateu facilmente a oposição de Ashley Cole, e cruzou a bola para a baliza do Chelsea, onde Clint Dempsey apareceu sozinho a encostar a bola sem oposição, para o fundo da baliza de Peter Cech, na concretização do empate da partida.

Apesar do Chelsea ter dominado na posse de bola, e de ter tido várias hipóteses de voltar a marcar, por Raul Meireles e Drogba, a equipa do Fulham resistiu como pode para manter o empate que seria o resultado final.

Este domínio final que o Chelsea exerceu na partida, contrastam e de que maneira, com o que a equipa desenvolveu na primeira parte, em que os Blues, se mostraram demasiado apáticos, lentos e sem convicção, na construção e disputa das jogadas.

Com este empate, o Chelsea fica a 11 pontos de distância dos líderes Manchester United, e Manchester City, após estes emocionantes jogos de Natal, mais conhecido por Boxing Day.

Relembramos que neste Fulham, joga o português Orlando Sá, que teve uma breve passagem pelo FC Porto, onde nunca se conseguiu afirmar convictamente.

Na equipa do Chelsea, continuam a actuações confrangedoras do outrora temível e rapidíssimo espanhol Torres, que continua a ser uma sombra do jogador tantas vezes aclamado, como o melhor avançado do mundo, quando actuava no Liverpool.

No final do encontro, Vilas Boas, resumiu o encontro nas seguintes considerações;

“O desempenho foi bom. Nós tentamos de tudo ao nosso alcance para conseguir um segundo golo. O guardião do Fulham, Stockdale, teve um dia fantástico, e impediu-nos de obter o tão desejado 2º golo, e isso é dececionante, para nós.

O Fulham foi muito organizado, no primeiro tempo. Foram muito sólidos e compactos, o que tornou as coisas mais difíceis para a nossa equipa.

O primeiro tempo, foi jogado a um baixo ritmo por ambas as equipas. Não houve emoções. No segundo tempo, houve tempo, para resolver, mas não conseguimos encontrar o ritmo certo, depois de termos marcado. Encontramo-lo novamente depois do Fulham ter marcado, mas para nós já era tarde demais”

Continuam assim, a ser tortuosos os caminhos trilhados por este Chelsea FC, de André Vilas-Boas.