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quinta-feira, 8 de março de 2012

Messi e a sua manita de golos, num só jogo.


O que é que ainda falta escrever sobre Lionel Messi? O jogador argentino nunca pára de surpreender e esta noite, em Camp Nou, destroçou o quinto classificado do campeonato alemão. 

Na segunda mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, Messi marcou cinco golos na histórica goleada do Barcelona por 7-1 sobre o Bayer Leverkusen e acrescentou mais algumas proezas a um currículo que é, cada vez mais, ímpar.

Até hoje nenhum jogador tinha marcado cinco golos num jogo da mais importante prova de clubes na Europa desde que a UEFA, em 1992, alterou o formato da prova. Messi, que nunca tinha conseguido uma “manita” na sua carreira, fê-lo numa partida que vai ficar também para a história do Bayer Leverkusen: os alemães nunca tinham sofrido uma derrota tão pesada nas competições europeias.

Com estes cinco golos, marcados aos 25’, 42’, 49’, 58’ e 84’, Messi atinge os 49 na Liga dos Campeões, ultrapassa Eusébio na lista dos melhores marcadores de sempre da competição e é agora o 6.º melhor nesse ranking, lugar que partilha com Alfredo Di Stéfano, outra lenda do futebol mundial.


Mas as proezas de Messi não se ficam por aqui. Esta época o argentino marcou 12 golos nos sete jogos que disputou na Liga dos Campeões, e igualou o recorde alcançado numa só edição. Quem o detinha? Messi, claro. Para mais tarde fica outro feito: faltam sete golos para superar César como o melhor marcador de sempre do Barcelona.

terça-feira, 6 de março de 2012

Arsenal fica no "quase" e cai na Liga dos Campeões, mesmo marcando 3 ao MIlan.


Ficou no quase a tentativa do Arsenal de construir uma histórica virada na Liga dos Campeões. 

Após ser derrotada na Itália por 4 a 0, a equipe inglesa tinha a missão de ao menos repetir o placar no Emirates Stadium para levar a decisão das oitavas de final aos penáltis, mas venceu o Milan nesta terça-feira por "apenas" 3 a 0 e caiu na competição da liga dos campeões.

O Arsenal fez todos os seus golos no primeiro tempo, com Koscielny, Rosicky e Van Persie. 

Depois do intervalo, a equipe inglesa teve grandes chances de fazer o esperado quarto tento, mas errou a mira dos ses remates para a abaliza do guarde redes italiano, Abbiati.

Os italianos ficaram perto de marcar três minutos depois, em saída de bola errada de Szczesny que caiu nos pés de Ibrahimovic. O atacante sueco arriscou o chute e viu a bola sair à direita da meta. O Milan voltou a desperdiçar excelente oportunidade aos 31min, com Nocerino, que recebeu passe na pequena área e chutou para o guarda redes do Arsenal.

A partida seguiu aberta até os minutos finais, com as duas equipas a criar oportunidades. O Milan seguiu apertando a saída de bola inglesa e ameaçou Szczesny com remates de Ibrahimovic, mas sem conseguir vencer o guarda redes polaco do Arsenal.

O Milan segue para os quartos-de-final, onde irá encontrar o Benfica, que nesta noite no estádio da Luz levou de vencida o Zenit, por 1-0.

Benfica está nos “quartos” da Champions.


O Benfica apurou-se para os quartos-de-final da UEFA Champions League após uma vitória por 2-0 sobre o FC Zenit St Petersburg, depois de ter perdido a primeira mão dos oitavos-de-final, por 3-2.

A jogar em casa e a precisar de marcar para reverter a eliminatória, o conjunto "encarnado" entrou de forma pressionante e, como já seria de esperar, encontrou uma formação do Zenit recuada, com um bloco defensivo compacto, à espreita do contra-ataque.


Aos 14 minutos os comandados de Jorge Jesus criaram a primeira oportunidade de golo, na sequência de um remate colocado de Bruno César. Vyacheslav Malafeev correspondeu com uma excelente defesa. 

Cinco minutos depois foi a vez de Maxi Pereira levar perigo à baliza do Zenit, depois de ganhar a linha de fundo. O lateral uruguaio efectuou um cruzamento-remate, com Malafeev a afastar o perigo.


Em vantagem na eliminatória, a formação russa foi conseguindo evitar, com maior ou menor dificuldade, a avalanche ofensiva do Benfica, numa fase do jogo com muitas paragens, algo que ia favorecendo os homens de Luciano Spalletti. A três minutos do descanso, os russos dispuseram da primeira oportunidade de golo no Estádio da Luz, após uma atrapalhação na defesa "encarnada". Roman Shirokov tentou aproveitar o adiantamento de Artur ma o guarda-redes brasileiro recuperou e defendeu o remate do russo.


Já em período de descontos, o Benfica quebrou finalmente a resistência russa, após combinação entre Witsel e Bruno César. O internacional belga efectuou o primeiro disparo, Malafeev defendeu e Maxi Pereira emendou com sucesso.


No segundo tempo, o Zenit partiu em busca da igualdade, tendo-se instalado no meio-campo adversário, agora com o Benfica a apostar no contra-golpe. Aos 55 minutos, os comandados de Jorge Jesus enjeitaram uma excelente ocasião após a marcação de um canto. Jardel, ao segundo poste, cabeceou de cima para baixo mas o esférico saiu ligeiramente ao lado.

O Zenit continuou a pressionar mas sem conseguir chegar com real perigo até à baliza à guarda de Artur. Aos 69 minutos, Óscar Cardozo desperdiçou uma ocasião soberana, após falha da defensiva russa. Isolado perante Malafeev, o atacante paraguaio rematou ao lado. Aos 74 minutos Cardozo voltou a estar em evidência, ao permitir uma boa defesa do guardião russo.

Até final o Zenit tentou anular a vantagem da formação portuguesa, que ainda assim conseguiu ampliar a vantagem nos descontos por intermédio do recém-entrado Nélson Oliveira.

Benfica segue assim para os quartos de final, onde irá encontrar a equipa do AC Milan.

domingo, 4 de março de 2012

Terá Roberto voltado à baliza do Benfica?


É preciso recuar 50 anos para encontrar uma época em que o Benfica tenha sofrido tantos golos em casa como na presente temporada, mas, para o adepto "encarnado" que acredite em coincidências, esta poderá ser uma notícia moralizadora. É que estes números não se viam na Luz desde 1961-62, quando a equipa sofreu o 13.º golo no velho Estádio da Luz, na 21.ª jornada, apontado justamente pelo FC Porto. O treinador era o mítico Bela Guttmann e, no final da época, a equipa conquistaria a Taça dos Campeões Europeus e a Taça de Portugal.

Ao todo, o conjunto de Jorge Jesus já sofreu em 2011-12 12 golos em casa, onde apenas o Sporting ficou em branco esta época, em 11 partidas já disputadas. Com os três golos apontados anteontem, os "dragões" aproveitaram alguma da instabilidade defensiva do adversário em Lisboa, já que, em matéria de golos sofridos, tudo corre pior na Luz. Paradoxalmente, fora de portas, o conjunto "encarnado" é, a par do Beira-Mar, a equipa menos batida, com apenas sete golos sofridos.

Perante os seus adeptos, a equipa de Jesus sofreu o dobro dos golos de FC Porto, Sp. Braga, Sporting (seis), e mais do que Marítimo, V. Guimarães, Rio Ave e até Feirense (oito), que ocupa a penúltima posição da tabela classificativa. Menos batida em Coimbra é também a Académica (9), tal como o Gil Vicente, em Barcelos (11). De referir que, com excepção dos portistas e academistas, os restantes têm menos uma partida caseira contabilizada (menos duas, nos casos dos gilistas e vila-condenses).

Nas poucas épocas em que o Benfica sofreu dez ou mais golos em casa até à jornada 21, só por uma vez conquistou o campeonato. Foi em 1962-63, há 49 anos (com 11 golos contabilizados). De resto, em 1965-66, ficou na segunda posição (11 golos); em 1984-85, foi terceiro (10); em 2001-02, quarto (11) e 2003-04, segundo (11).

Villas Boas despedido da cadeira milionária do Chelsea.


O Chelsea anunciou neste domingo a saída de André Villas-Boas, devido aos maus resultados do treinador português, e defende que a "única opção" era efectuar esta mudança agora.
O italiano Roberto di Matteo, que era adjunto de Villas-Boas, assume o cargo de treinador do Chelsea até ao final da época.

"O Chelsea e André Villas-Boas separaram-se hoje. A administração gostaria de registar a gratidão pelo seu trabalho e expressar a desilusão por esta relação ter terminado tão cedo”, lê-se num comunicado do Chelsea.

O comunicado do clube londrino não explica claramente de quem partiu a iniciativa da rescisão de contrato, mas Villas-Boas sempre disse que não se demitiria.
“Infelizmente, os resultados e as exibições da equipa não estavam a ser suficientemente boas e não mostravam sinais de melhoria numa fase crucial da época”, acrescenta o mesmo comunicado, sublinhando que o clube tem ambições na Liga dos Campeões e na Taça de Inglaterra.

"Sentimos que a nossa única opção era fazer esta mudança agora", dizem os responsáveis do clube inglês.
Villas-Boas sai depois da derrota frente ao Wigan (1-0), que deixou o Chelsea a três pontos do quarto lugar na Liga inglesa.
A equipa londrina está ainda envolvida na Taça de Inglaterra, jogando na terça-feira um jogo de desempate com o Birmigham nos oitavos-de-final, e também na Liga dos Campeões, defrontando o Nápoles no dia 14 deste mês, na segunda mão dos oitavos-de-final, depois de ter perdido por 3-1 em Itália.

Villas-Boas deixa o Chelsea oito meses e meio depois de Roman Abramovich ter pago 15 milhões de euros ao FC Porto, tornando-o o treinador mais caro da história do futebol.

sexta-feira, 2 de março de 2012

James chegou a tempo de apagar novamente a Luz, no clássico frente ao SL Benfica.


Benfica, 2
FC Porto, 3
Jogo no Estádio da Luz, em Lisboa.
Assistência 58.222 espectadores.

Chegou a Lisboa às 8h30, depois de uma extenuante viagem dos EUA para Portugal. Juntou-se aos seus companheiros às 9h15. Descansou o resto do dia. E ainda teve força para resolver um encontro fundamental para o FC Porto no campeonato. 

James Rodríguez saltou do banco aos 58’, numa altura em que o Benfica vencia e dominava o clássico, empatou o encontro seis minutos depois e, aos 87’, cobrou o livre para o golo da vitória dos “dragões”. O Sp. Braga pode hoje alcançar os “encarnados” no segundo lugar da Liga.

Para o clássico, Jorge Jesus optou pelo desenho táctico mais conservador dos “encarnados” na presente temporada (4x2x3x1), apostando no equilíbrio e estabilidade no meio-campo, com Witsel ao lado de Javi García, antes do trio mais adiantado. No lado contrário, Maicon voltou ao flanco direito da defesa, com Otamendi a acompanhar Rolando no miolo. Djalma foi a escolha (previsível) de Vítor Pereira para o lado esquerdo do ataque portista (face à lesão de Varela e ao condicionamento de James, regressado apenas ontem de um jogo particular da seleção, nos EUA, frente ao México), numa linha que incluía Hulk na direita e Janko no centro.

As pedras estavam lançadas e ninguém saiu defraudado com a primeira metade do clássico. Um golo a abrir, outro a fechar os primeiros 45’ e, pelo meio, uma mão cheia de oportunidades das duas equipas. Um primeiro tempo frenético, nem sempre bem jogado, mas inegavelmente intenso.

Pouco afectado com o ambiente “infernal” na Luz, o FC Porto entrou determinado no encontro. Bem organizado colectivamente, com as suas linhas bastante subidas e apostando numa pressão alta, com constante circulação de bola, os “dragões” condicionaram drasticamente a primeira linha de construção do Benfica, que perdeu os primeiros 20’ do jogo.

E a desorientação da equipa da casa foi reforçada logo aos 7’, com um grande golo de Hulk, ao seu estilo. Com espaço, ultrapassou facilmente Emerson, na direita, flectiu para dentro da área e atirou uma “bomba” só travada pelas redes “encarnadas”.

O Benfica demorou a acordar, mas quando o fez criou estragos ao adversário e levou ao erro a defesa menos batida do campeonato. O protagonista da reação foi Cardozo que, em apenas 18’, sintetizou a relação de amor-ódio que mantém com os adeptos da Luz. Primeiro veio o fel, com o avançado a falhar o golo, aos 23’, quando, sozinho perante Helton, permitiu a defesa do guarda-redes portista. Depois veio o mel, com o Paraguai numa posição parecida a não falhar.

Mas entre estes dois lances contrastantes, os “dragões” desperdiçaram três grandes oportunidades para chegar ao 2-0. Mérito de Artur que, com duas defesas consecutivas travou os remates de Janko e Álvaro Pereira (36’), numa altura em que os visitantes voltaram a acelerar no encontro. De livre frontal, Moutinho fez ainda a bola cheirar a barra (38’).

Se os portistas precisaram de sete minutos para inaugurar o marcador no primeiro tempo, aos lisboetas chegaram três para inverterem o resultado no segundo. Mais uma vez mérito de Cardozo, que bisou, mas também de Aimar que cobrou o livre diretamente para a cabeça do paraguaio.

A perder, Vítor Pereira arriscou tudo (ou quase). Chamou James para o lugar de Rolando (amarelado), puxou Maicon para o seu lugar natural no centro da defesa e adaptou Djalma a defesa direito. E teve resultados. Aos 64’, num contra-ataque conduzido pelo colombiano, este tabelou com Fernando, e recebeu para empatar. O Benfica, que se ressentiu da saída de Aimar, lesionado, aos 52’ (rendido por Rodrigo), não soube reagir. A expulsão de Emerson, aos 78’, por acumulação de cartões amarelos complicou ainda mais a situação.

Vítor Pereira acreditou que podia sair de Lisboa com três pontos chamou Kléber (para o lugar de Moutinho), apostando numa dupla de pontas-de-lança e instantes depois, a sua equipa chegaria ao terceiro golo. James cobra um livre para a área e Maicon (que partiu de posição irregular) aproveitou uma saída em falso de Artur, garantindo o triunfo visitante.

POSITIVO
James
Foi uma semana frenética para o colombiano, mas não podia ter terminado melhor. Jogou 80’, na quarta-feira, na Flórida, frente ao México, e teve forças para decidir o clássico.
Hulk
Apontou o seu primeiro golo em 2012. E que grande golo a abrir o espectáculo.
Cardozo
Dois golos do paraguaio fizeram o Benfica sonhar muito alto, mas acabaram por ser curtos para a vitória.
NEGATIVO
Emerson
Teve culpas no golo de Hulk e a sua expulsão condicionou os “encarnados”.
Jesus
Foi o quarto jogo consecutivo sem vencer 
e poderá ter sido fulcral para 
as aspirações no campeonato.
Artur
Maicon até partiu em 
fora-de-jogo, mas Artur 
teve uma saída em falso no lance do 2-3.

Liderança em discussão, na liga portuguesa.


Sem vencer há três jogos e sem marcar há dois, o Benfica enfrenta uma semana decisiva: a segunda mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League frente ao FC Zenit St Petersburg, na terça-feira, acontece apenas cinco dias após a cimeira de líderes da Liga portuguesa com o FC Porto, na sexta-feira.

As "águias" chegaram ao encontro da primeira mão frente ao Zenit com 11 vitórias seguidas em todas as competições, mas saíram da Rússia derrotados por 3-2, naquele que constituiu o segundo desaire da temporada após a eliminação da Taça de Portugal pelo Marítimo, em Dezembro (2-1). 


Só que não tardou muito novo reverso, quando o Benfica averbou a primeira derrota no campeonato a 20 de Fevereiro, 1-0 no terreno do Vitória de Guimarães, desfecho ao qual se seguiu o nulo no terreno da Académica, sinal evidente de claro abaixamento de forma, pelo menos em termos de resultados, por parte da equipa de Jorge Jesus.

O Porto não se fez rogado. Aproveitou os deslizes dos "encarnados", reduziu a diferença de cinco pontos e chegou à liderança da Liga portuguesa devido à diferença de golos, embora a reparta em igualdade, na altura ideal: antes da visita de sexta-feira a Lisboa para enfrentar o rival. Contudo, o Benfica pode sentir algum conforto moral na estatística, pois não perdeu nas 17 partidas efectuadas perante os seus adeptos na presente temporada e ganhou as dez realizadas no campeonato. Na Europa, apesar de estar obrigado a dar a volta ao desfecho de São Petersburgo, apresenta somente um desaire nos derradeiros 19 jogos no seu recinto, 15 dos quais foram vitórias.

Talvez seja por isso que o médio Pablo Aimar acredita na capacidade do Benfica em voltar a entrar nos eixos. "Claro que acredito nisso [vencer o Porto]", disse no final do jogo com a Académica o organizador de jogo argentino de 32 anos, galardoado com o prémio de melhor futebolista do clube em 2011/12 durante a gala anual do Benfica, na terça-feira, dia que o emblema da capital portuguesa festejou o 108º aniversário. "Acredito que com o apoio dos nossos adeptos vamos fazer um grande jogo e ganhar."

Com nove jornadas por disputar depois da visita do Porto, o treinador do Benfica, Jorge Jesus, minimizou a importância do embate de sexta-feira, embora não tenha negado tratar-se de uma semana marcante para os seus pupilos. "Não é o jogo do título", revelou o técnico de 57 anos também após o encontro na cidade do Mondego. "São dois jogos que têm enorme importância. É tudo em poucos dias, mas a equipa está preparada e habituada a estes cenários. Temos confiança de que podemos vencer o clássico."

À espera do que poderá acontecer no duelo entre Benfica e Porto está o Sp. Braga, terceiro classificado apenas a três pontos da dupla da frente na sequência de nove vitórias seguidas no campeonato, recorde em curso na prova. Como tal, Jorge Jesus destacou o facto do conjunto do Minho, o qual treinou até ingressar rumar ao Benfica em 2009, estar igualmente na corrida ao título: "Benfica e Porto sabem que o Braga tem todas as condições para chegar à frente." E o homólogo do Porto, Vítor Pereira, também é da mesma opinião. "O Braga está entre os candidatos porque tem provado dentro do campo que é candidato, com resultados e bons jogos".


Com a liderança do campeonato em discussão, quais das duas equipas que hoje medem forças directamente, irá sorrir no final? Ou será que iremos assistir a um jogo demasiado táctico, com um pacto de não agressão, já que a equipa que perder, poderá ser ultrapassada pela outra equipa que corre por fora, e que tem apresentado um excelente futebol? Veremos se não será o Braga, a sorrir no final deste confronto, no estádio da Luz.

Continua o suspense, sobre o destino de Guardiola.


Vencedor de 13 das 16 competições que disputou como técnico do Barcelona, o técnico Pep Guardiola ainda não decidiu se vai renovar seu vínculo com a equipe catalã, que caduca no término desta temporada. No entanto, a permanência do comandante é tida como fundamental pelos jogadores do elenco, que confiam que treinador e clube vão chegar a um acordo nos próximos meses.

"Estamos certos que ele vai renovar seu contrato e permanecer connosco. Ele é uma pessoa que sabe como o clube funciona. Acredito que os adeptos do Barcelona também querem isso e espero que a renovação aconteça o mais rápido possível", declarou o atacante Pedro Rodríguez.

O jogador está atualmente na reserva do Barcelona e tem uma relação de longa data com Guardiola, que o treinou na equipe B até 2008 e foi o responsável pela sua ascensão ao elenco profissional, onde se tornou um talismã ao marcar golos em todas as competições disputadas no ano seguinte.

Após levar o Barcelona à conquista de duas Ligas dos Campeões da Europa e três Campeonatos Espanhóis, entre outros troféus, Guardiola está valorizado no mercado europeu e recentemente foi especulado como alvo da Inter de Milão, que lhe poderia oferecer um salário de 20 milhões de euros anuais.

Aguardemos que tipo de novidade teremos. sobres este assunto que apaixona o mundo do futebol, para os próximos dias.