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sábado, 5 de maio de 2012

Chelsea ganha a sétima taça de Inglaterra, ao derrotar o Liverpool na final.


O Chelsea FC derrotou o Liverpool FC por 2-1 na final da 131ª edição da Taça de Inglaterra e conquistou o troféu pela sétima vez, a quarta em seis anos.
Golos no início de ambas as partes da autoria de Ramires e de Didier Drogba deram vantagem ao Chelsea em Wembley, antes de Andy Carroll entrar em campo para reduzir a desvantagem dos “reds”. O dianteiro dos “reds” ainda viu Petr Čech desviar para a barra um cabeceamento perto do fim e aguentou o assédio intenso do adversário, mas o triunfo não escapou ao conjunto de Roberto di Matteo, vencedor do troféu como jogador do Chelsea em 1997 e 2000.

Presente no encontro decisivo pela 11ª ocasião, o Chelsea – finalista da UEFA Champions League, frente ao FC Bayern München, a 19 de Maio –, que não pôde contar com os defesas-centrais Gary Cahill e David Luiz, devido a lesão, adiantou-se no marcador aos 11 minutos. Lançado por Juan Mata, o internacional brasileiro Ramires, antigo jogador do Benfica, fugiu ao defesa José Enrique antes de bater Pepe Reina com um remate na passada, num lance em que o guarda-redes ainda tocou na bola.
A tentar dar sequência ao triunfo na Taça da Liga inglesa e presente na final pela 14ª vez, a resposta da formação de Keeny Dalglish não demorou e, aos 14, Craig Bellamy esteve perto de igualar, quando viu o seu remate parado pelo corpo de Branislav Ivanović após alívio de John Terry. O Liverpool pareceu decidido a alterar o rumo dos acontecimentos na segunda parte, só que Drogba aumentou a vantagem do Chelsea seis minutos após o reatamento. Frank Lampard fez o passe e o ponta-de-lança da Costa do Marfim rematou cruzado perante a fraca oposição de Martin Škrtel, tornando-se no primeiro jogador a facturar em quatro finais da Taça de Inglaterra.


Galeria de fotos;http://pt.fifa.com/newscentre/photos/galleries/gallery=1626034.html#1626023

domingo, 4 de março de 2012

Villas Boas despedido da cadeira milionária do Chelsea.


O Chelsea anunciou neste domingo a saída de André Villas-Boas, devido aos maus resultados do treinador português, e defende que a "única opção" era efectuar esta mudança agora.
O italiano Roberto di Matteo, que era adjunto de Villas-Boas, assume o cargo de treinador do Chelsea até ao final da época.

"O Chelsea e André Villas-Boas separaram-se hoje. A administração gostaria de registar a gratidão pelo seu trabalho e expressar a desilusão por esta relação ter terminado tão cedo”, lê-se num comunicado do Chelsea.

O comunicado do clube londrino não explica claramente de quem partiu a iniciativa da rescisão de contrato, mas Villas-Boas sempre disse que não se demitiria.
“Infelizmente, os resultados e as exibições da equipa não estavam a ser suficientemente boas e não mostravam sinais de melhoria numa fase crucial da época”, acrescenta o mesmo comunicado, sublinhando que o clube tem ambições na Liga dos Campeões e na Taça de Inglaterra.

"Sentimos que a nossa única opção era fazer esta mudança agora", dizem os responsáveis do clube inglês.
Villas-Boas sai depois da derrota frente ao Wigan (1-0), que deixou o Chelsea a três pontos do quarto lugar na Liga inglesa.
A equipa londrina está ainda envolvida na Taça de Inglaterra, jogando na terça-feira um jogo de desempate com o Birmigham nos oitavos-de-final, e também na Liga dos Campeões, defrontando o Nápoles no dia 14 deste mês, na segunda mão dos oitavos-de-final, depois de ter perdido por 3-1 em Itália.

Villas-Boas deixa o Chelsea oito meses e meio depois de Roman Abramovich ter pago 15 milhões de euros ao FC Porto, tornando-o o treinador mais caro da história do futebol.