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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Benfica agarra 1º lugar do grupo, na taça da liga.

O Benfica foi ao terreno do V. Guimarães averbar uma vitória por 4-1 no primeiro jogo do Grupo B da Taça da Liga portuguesa. Óscar Cardozo revelou-se crucial para os "encarnados", ao saltar do banco e apontar dois golos no segundo tempo.


O atual detentor do troféu começou o encontro no Estádio D. Afonso Henriques da melhor forma, já que Axel Witsel inaugurou o marcador aos 11 minutos. No segundo tempo, os vimaranenses reponderam e chegaram ao empate aos 48 minutos, por intermédio de João Paulo.


Aos 61 minutos, os homens da casa ficaram reduzidos a dez elementos, por expulsão de Pedro Mendes (segundo cartão amarelo), com o Benfica a restabelecer a vantagem aos 65 minutos, após remate forte e colocado de Óscar Cardozo. Aos 78 minutos, o avançado paraguaio aproveitou para bisar, com Rodrigo a selar o 4-1 final aos 88 minutos.


Em jogo do Grupo C disputado também esta terça-feira, o Nacional recebeu o Braga e perdeu por 2-1, com golos de Lima (10) e Hugo Viana (61).


Candeias ainda reduziu, aos 65 minutos, mas os "arsenalistas" acabariam mesmo por somar os três pontos.


O Penafiel, por seu lado, alcançou uma vitória na estreia da terceira fase da Taça da Liga no terreno do Portimonense. Coronas marcou o único golo do jogo.
Fonte; uefa.com

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Ufa...foi por pouco André e o Chelsea.


Ufa…foi por pouco.

No final de mais uma emocionante partida do Boxing Day, André Villas Boas lá pode respirar fundo e recuperar novamente o seu sorriso, depois de ter apanhando mais um valente susto, já que mesmo no final do tempo de descontos concedidos pelo árbitro do encontro, Kevin Doyle, do Wolves, efetuou um excelente cabeceamento, que só não foi golo, que empataria novamente a partida, porque Peter Cech não o deixou, opondo-se ao lance de perigo, com uma extraordinária defesa.

Com esta defesa, ficaram assim garantidos a vitória e os 3 pontos para a equipa do Chelsea, que passou para a frente do marcador aos 89 minutos.
O golo da vitória do Chelsea, foi obtido por Frank Lampard, na concretização de uma jogada, qual ultimo suspiro da equipa na luta contra o relógio, quando a mesma já dava sinais de algum desnorte e pouca crença em mudar o rumo dos acontecimentos, a favor dos blues.

Garante assim o Chelsea os 3 pontos, numa partida em que fez uma exibição bem melhor, corajosa, e mais conseguida, do que aquelas que vinha fazendo nas partidas anteriores, sendo esta a primeira vitória em 5 partidas disputadas.

A partida até estava a correr bem para o Chelsea, já que após o reatamento do jogo após o intervalo, mais propriamente aos 57 minutos, o Chelsea colocou-se em vantagem, através de Ramirez. Só que o Wolves, nunca desistiu e nem se entregou, continuando a visar a baliza do Chelsea, nos seus contra-golpes.

Mais uma vez, nos momentos finais das partidas, a equipa do Chelsea que vem demonstrando graves quebras de concentração, deixou-se mais uma vez surpreender, agora num lance concretizado por Stephen Ward dos Wolves, que empatou a partida aos 84 minutos, ao ter aproveitado um cruzamento rasteiro do seu colega de equipa, Steven Fletcher, para bater o desamparado Peter Cech.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Manchester City, uma surpreendente derrota no terreno do Sunderland.

Golos tardios foram a palavra de ordem na ronda de jogos que teve lugar este domingo em Inglaterra, com o destaque a ir por inteiro para Ji Dong, que deu ao Sunderland AFC uma surpreendente vitória por 1-0 na recepção ao líder Manchester City FC.

A equipa de Roberto Mancini abordou o encontro com o objectivo de aproveitar ao máximo a derrota de ontem do Manchester United FC frente ao Blackburn Rovers FC e, dessa forma, estabelecer uma vantagem de três pontos no topo da Premier League. No entanto, uma excelente exibição do guarda-redes Simon Mignolet frustrou as intenções do City, tendo a tarde de desilusão ficado completa nos descontos, quando o Sunderland marcou. Ji combinou bem com Stéphane Sessègnon, antes de passar por Joe Hart e atirar a contar.

O resultado deixa o City na liderança apenas devido à diferença de golos, sendo que não consegue marcar há 216 minutos. Os "citizens" tiveram várias oportunidades para o fazer, acertando no alvo em 19 ocasiões e ganhando dez pontapés de canto contra apenas um do Sunderland. Micah Richards, aos 89 minutos, foi quem esteve mais perto de facturar, mas o seu cabeceamento acertou na barra.

Os anfitriões, que também tinham ameaçado através de Nicklas Bendtner e de Sessègnon, acabaram por ser mais felizes, com o suplente de 20 anos, Ji, a decidir a contenda.

Fonte;uefa.com

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Pelos vistos, existe algo que mete medo ao papão Barcelona.

Leverkusen-Barcelona: «Evitámos equipas russas»? Fàbregas


O médio espanhol Cesc Fàbregas ficou satisfeito com o sorteio da Liga dos Campeões, visto que ao defrontarem o Leverkusen evitam uma possível deslocação à Rússia, onde iriam encontrar temperaturas pouco apelativas para a prática do futebol.


«Vamos viajar até Alemanha. O Leverkusen e as equipas alemãs são sempre fortes, mas evitámos os clubes russos. É bom por causa do frio que se faz sentir», afirmou Fàbregas, em declarações no «twitter», uma rede social.


Quanto ao defesa Gerard Piqué, também, no «twitter», analisou a partida com os alemães: «Vamos defrontar o Leverkusen. Não é mau. Gosto muito de jogar nos estádios alemães. Tem um ambiente fantástico, respira futebol».
Fonte; Abola


Pelos vistos, existe mesmo algo que mete medo aos maestros do Barcelona. O frio, que lhes pode congelar os super dotes que exibem, na protecção da bola, e nas arrancadas mirabolantes para a obtenção do golo.


No fundo, para quem diz que estes jogadores são de outra galáxia, esta afirmação de Fàbregas, só vem demonstrar que afinal os jogadores do Barcelona FC, são tão humanos como os outros, com os seus poderes e fraquezas.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A estratégia dos 5, que dominam o futebol atual.


Os grandes negócios do futebol brasileiro começam em Montevidéu, passam por paraísos fiscais e terminam em um dos grandes europeus. Os lucros caem nos bolsos de intermediários cuja cara, você dificilmente já viu. Esse futebol sem rosto, hoje é mais influente que o dos craques. Menos vistoso, mas mais lucrativo.
PLACAR foi à caça desses representantes do futebol das profundezas. Eles arranjam o atleta, viabilizam a operação financeira, criam atalhos para o clube ter menos despesas, arranjam investidores e formam fundos de investimentos.
“Em troca de uma ajuda de 8 000 dólares mensais, assinei documentos sem ler por dez anos”, afirma Fermín Vega Torres, ex-presidente do Central Español — um clube “fantasma” do Uruguai, que servia apenas para registrar os atletas do empresário uruguaio Juan Figer. “Quando me recusei a assinar transferências, um sobrinho do Figer me ameaçou.” Logo após a recusa, os negócios passaram a ser feitos em outro clube “fantasma”, o Rentistas.
Juan Figer é uma figura discreta (odeia dar entrevista) que atua no Brasil desde 1968, quando negociou o lateral Pablo Forlán com o São Paulo. Faz parte de um grupo de cinco empresários que controla os grandes negócios do futebol — como o iraniano Kia Joorabchian, o israelense Pini Zahavi, o argentino Gustavo Arribas e o português Jorge Mendes. Hoje atuam cada um no seu pedaço. Mas podem estar juntos se a transação valer a pena. Em 2004, por exemplo, todos eles foram a Buenos Aires para tratar de uma sequência de transações com o River Plate. Arremataram Maxi López, Lucho Gonzalez e Javier Mascherano.
Jorge Mendes, atuou sem grande brilho como jogador, em clubes da terceira divisão portuguesa, A sua grande jogada aconteceu em 1996, quando criou a Gestifute. Seus negócios no Brasil incluem a coordenação da carreira do técnico Mano Menezes, em parceria com Carlos Leite. “Mendes tem relações, que nenhum dirigente brasileiro ou português tem para negociar atletas”, diz um agente com trânsito nos bastidores da bola.
Mendes passou a encontrar concorrência em Portugal. Em um ano, Kia Joorabchian fez dois negócios certeiros; As vendas dos brasileiros Ramires e David Luiz do Benfica para o Chelsea. Só nessas ações, movimentou 37 milhões de reais.
Seu braço direito é Giuliano Bertolucci, aliado desde a MSI-Corinthians. Seu maior rival, o argentino Gustavo Arribas, com boas ligações no Boca Juniors. Arribas opera a partir de outro “fantasma” — o Deportivo Maldonado, também do Uruguai. Tinha trânsito com os principais empresários.
“Hoje opera um esquema independente, o que causou atritos com ex-parceiros”, diz um agente. Kia chegou a acusá-lo de roubar o Corinthians. “Ele pegou o Sebá Dominguez e transferiu para o América do México sem pagar”, disse. Arribas defendendo-se: “Se tivesse roubado o Corinthians, não teria intermediado a vinda do Thiago Heleno”.
Arribas manteve parceria com o israelense Pini Zahavi, considerado um lenda no meio. A criatividade com os negócios, valeu a Zahavi o apelido “Senhor Conserta-Tudo”. “É um dos donos do futebol no mundo”, define Wagner Ribeiro, empresário de Neymar e parceiro de Pini no Brasil.
O israelense opera uma teia de empresas localizadas em paraísos fiscais. Sua grande realização foi ajudar o bilionário russo Roman Abramovic, na compra do Chelsea. Mantém base na América do Sul, desde a MSI-Corinthians e opera por meio de uma salada de empresas instaladas nas Ilhas Virgens Britânicas e em Gibraltar.
“Essa cascata de empresas off-shore, embaralha o nome dos verdadeiros donos do dinheiro”, afirma o promotor José Reinaldo Carneiro, do Grupo de Apoio ao Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de São Paulo. Práticas condenadas pela Fifa e pela Justiça. Mas nada que o Senhor Conserta-Tudo não resolva em seu escritório no 34º andar de um edifício em Tel Aviv.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Premier League; Resumo Boxing Day


Resumo dos jogos realizados na Premier League, Boxing Day. Não foram os jogos mais emocionantes a que assistimos, mas os resultados alcançados deixaram que pensar a muitas equipas. Com um sorriso ficou o Manchester United, que se aproximou e igualou o Manchester City no topo da classificação, deixando os seus perseguidores ainda mais nervosos, pois viram a sua distância para os lugares do topo da classificação a aumentar, como foi o caso do Chelsea que marcou passo, em casa contra o Fulham, levando Villas Boas ao desespero!
Algumas lutas mais acesas, mas em termos de emoções e de jogo jogado, as disputas foram muito pobres.
Stoke 0-0 Astom Villa
Conforme ficou o placard do jogo, foi um ponto valioso para a equipa do Stoke, mais concretamente para a Britânia.
Será melhor pedir desculpas por este pequeno deslize na luta pelos lugares cimeiros da liga, ao Alex McLeish. Ele é só o chefe do Villa. “Eu poderia culpar os jogadores sobre este resultado, mas não o vou fazer. Eu sou o maior responsável pela equipa, e por isso assumo este resultado menos positivo, para o Villa”.
West Brom 0-0 Man City 
São tão raros nesta temporada, os pontos que o Manchester City perde, que deixar o adversário pontuar é ainda mais raro. Esse crédito vai para o Wets Brom., que se destacou pela defesa acérrima que fez dos caminhos que levavam à sua baliza, que merecem totalmente o ponto conquistado. Esse ponto conquistado, foi tão arduamente conquistado, que levou os seus adeptos a comemorar como se de uma vitória se tratasse. Quanto ao City, a diferença que levava de golos marcados, tem vindo a descer consideravelmente, tornando-se um fato que lhes poderá causar problemas no manter da liderança, perante o United.
Sunderalnd 1-1 Everton 
“Oh meu querido Howard Webb! Quando um jogador chuta mal e cai, não deve dar origem a uma grande penalidade”. Mas o Everton foi premiado com penalti, que o concretizou, alterando o resultado do jogo. Contudo, o empate é um resultado justo, para o que ambas as equipas fizeram durante o desenrolar do jogo.
Man Unit 5-0 Wigam 
O Wigan vai-se lamentar e muito, pela dura expulsão do Conor Sammom, quando o resultado estava em 1-0. Mas o Manchester United, fez um bom jogo ofensivo, com Berbatov que andava desaparecido da equipa principal, a fazer um hat-trick, colocando a equipa no topo da classificação da Premier League, igualando o City.
Liverpool 1-1 Blackburn 
O Steve Kean parecia impassível e sereno, após o apito final. Ele deveria contudo de estar exaltado e contente, com o real espírito que o Blackburn, aqui demonstrou frente ao Liverpool.
Este resultado é uma grande deceção, para o manager do Liverpool, Kenny Daglish, que pensava poder atingir facilmente a vitória, e subir um pouco mais na classificação do campeonato.
Bolton 0-2 Newcastle 
Segundo as afirmações de Peter Scrivener, “não foi um jogo muito do agrado dos puristas do futebol, mas esta viagem do Newcastle, foi muito proveitosa, em termos de resultado final.”
A equipa soube tirar partido dos erros defensivos do Bolton, para chegar a uma vitoria por números confortáveis.
Quanto a Owen Coyle, manager do Bolton, esta derrota só vem demonstrar o quanto a equipa precisa de recorrer ao mercado de Janeiro, para tornar a mesma mais competitiva e poder entrar na luta para fugir aos lugares de despromoção.
Chelsea 1-1 Fulham 
O Chelsea FC, continua a pensar que fez o suficiente para levar de vencida nos últimos minutos de jogo, os dois últimos adversários. Mas a sua inércia e sofreguidão do primeiro tempo, tem vindo a causar algum desacerto na procura das vitórias. O espírito e organização de jogo apresentado pelo Fulham, provavelmente terá originado um pouco de sorte para esta equipa, que lhe permitiu manter o resultado num empate, no período final do jogo, e que coincidiu com o período de maior assédio dos avançados do Chelsea à sua baliza.

Hoje temos mais jogos, e que envolvem as seguintes equipas; Arsenal v Wolves; Swansea v QPR e o Norwich v Tottenham.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Vilas-Boas, diz adeus ao título da Premier League.


As esperanças do Chelsea FC poder discutir ou chegar ao título da Premier League, sofreram hoje um duro revés, com o empate caseiro dos blues frente ao Fulham.

O jogo até estava a correr de feição ao Chelsea, já que foram os primeiros a passarem para a frente do marcador, após o intervalo, por intermédio de Juan Mata, que desferiu um potente remate à entrada da área, sem hipóteses para o guardião do Fulham.

Quando se pensaria que após este golo, a equipa do Chelsea embalaria definitivamente para um bom jogo, o Fulham, que em abono da verdade nunca se entregou, procurou na utilização dos extremos, chegar à baliza de Peter Cech.

Num desses raides protagonizados por Bryan Ruiz, o mesmo bateu facilmente a oposição de Ashley Cole, e cruzou a bola para a baliza do Chelsea, onde Clint Dempsey apareceu sozinho a encostar a bola sem oposição, para o fundo da baliza de Peter Cech, na concretização do empate da partida.

Apesar do Chelsea ter dominado na posse de bola, e de ter tido várias hipóteses de voltar a marcar, por Raul Meireles e Drogba, a equipa do Fulham resistiu como pode para manter o empate que seria o resultado final.

Este domínio final que o Chelsea exerceu na partida, contrastam e de que maneira, com o que a equipa desenvolveu na primeira parte, em que os Blues, se mostraram demasiado apáticos, lentos e sem convicção, na construção e disputa das jogadas.

Com este empate, o Chelsea fica a 11 pontos de distância dos líderes Manchester United, e Manchester City, após estes emocionantes jogos de Natal, mais conhecido por Boxing Day.

Relembramos que neste Fulham, joga o português Orlando Sá, que teve uma breve passagem pelo FC Porto, onde nunca se conseguiu afirmar convictamente.

Na equipa do Chelsea, continuam a actuações confrangedoras do outrora temível e rapidíssimo espanhol Torres, que continua a ser uma sombra do jogador tantas vezes aclamado, como o melhor avançado do mundo, quando actuava no Liverpool.

No final do encontro, Vilas Boas, resumiu o encontro nas seguintes considerações;

“O desempenho foi bom. Nós tentamos de tudo ao nosso alcance para conseguir um segundo golo. O guardião do Fulham, Stockdale, teve um dia fantástico, e impediu-nos de obter o tão desejado 2º golo, e isso é dececionante, para nós.

O Fulham foi muito organizado, no primeiro tempo. Foram muito sólidos e compactos, o que tornou as coisas mais difíceis para a nossa equipa.

O primeiro tempo, foi jogado a um baixo ritmo por ambas as equipas. Não houve emoções. No segundo tempo, houve tempo, para resolver, mas não conseguimos encontrar o ritmo certo, depois de termos marcado. Encontramo-lo novamente depois do Fulham ter marcado, mas para nós já era tarde demais”

Continuam assim, a ser tortuosos os caminhos trilhados por este Chelsea FC, de André Vilas-Boas.

Chelsea FC, em força no mercado de inverno!



Edinson Cavani e Marek Hamsik, ambos a militar no campeonato italiano Série A, e pertencentes aos quadros do Nápoles, são os principais alvos do Chelsea FC, neste mercado de inverno.

O avançado uruguaio Cavani, jogador avaliado em 60 milhões de euros, é mesmo o principal alvo, para colmatar a saída do avançado Anelka, e mesmo a possível de Drogba. Já o médio eslovaco Hamsik, avaliado em 35,9 milhões seria para reforçar o meio campo ofensivo do Blues, que tem revelado uma incapacidade confrangedora na construção de lances de ataque, e na condução da bola.

Para além dos alvos acima referidos, consta-se que Milos Krasic, que não tem sido aposta regular de António Conte na Juventus, também possa estar referenciado como um dos alvos do Chelsea. Este jogador, está avaliado em 24 milhões de euros. Contudo, este negócio não se afigurará fácil para os blues, já que pelos vistos, o Manchester United, também estará muito interessado no concurso de Krasic.

Com estas notícias, parece que fica assim confirmado o reforçar da total confiança em André Villas-Boas, por parte de Roman Abramovich, dando-lhe total liberdade para organizar e remodelar a atual equipa do Chelsea FC, tendo para disponibilizado ao técnico português, 180 milhões de euros, o efeito.

Para quem afirmava que Villas-Boas, estaria por dias no comando do Chelsea FC, estas notícias, vem demonstrar precisamente o contrário do que se supunha.

Com todas estas especulações, movimentações e interesses do Chelsea FC e mais precisamente de André Villas-Boas, em jogadores de ataque e concretamente de avançados, ficamos mais uma vez, sem perceber muito bem, porque se concretizou a saída extemporânea e forçada de Falcao do FC Porto, para um clube da valia do Atlético FC.

Serão das tais razões, que a razão desconhece.
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