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sábado, 26 de novembro de 2011

Vilas Boas e o Chelsea FC, ganham novo fôlego!


O Chelsea FC colocou um ponto final numa semana complicada com um triunfo claro por 3-0 sobre o Wolverhampton Wanderers FC. Isto num dia em que Demba Ba travou o Manchester United FC, permitindo ao Chelsea FC recuperar 2 pontos ao United.

Derrotado por 2-1 pelo Liverpool FC e Bayern 04 Leverkusen nos últimos seis dias, o conjunto de André Villas-Boas respondeu com três tentos na primeira parte em Stamford Bridge, com o capitão John Terry a colocar os "blues" na frente de cabeça, após canto, nos primeiros momentos da partida.

Daniel Sturridge e Juan Mata também facturaram, deixando o Chelsea em quinto, um ponto atrás do Newcastle. Os "magpies" viram-se em desvantagem em Old Trafford mercê de um tento fortuito de Javier Hernández (49'), mas empatou de penalty, por Ba (64').

A formação orientada por Alan Pardew viu Jonás Gutiérrez ser expulso pouco depois, mas aguentou a pressão final da equipa de Nani (foi titular), que viu um golo anulado por fora-de-jogo, nos últimos instantes.

Por seu turno, o Tottenham Hotspur FC consolidou o seu terceiro posto ao vencer por 3-1 no terreno do West Bromwich Albion FC. Jermain Defoe e Emanuel Adebayor marcaram nos derradeiros nove minutos. Noutras paragens, Everton FC, Norwich City FC, Stoke City FC e Wigan Athletic FC, ganharam, enquanto o Arsenal FC e o Fulham FC fecharam o dia com o derby de Londres, que terminou empatado 1-1.

Fonte;http://pt.uefa.com/index.html


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Chelsea e a vingança de Michael Ballack.

Manuel Friedrich foi o goleador-surpresa que consumou a reviravolta do Bayer 04 Leverkusen frente ao Chelsea FC, com os alemães a terminarem com a invencibilidade da equipa de André Villas-Boas no Grupo E e a garantirem a passagem aos oitavos-de-final.


O imponente defesa-central marcou um golo de cabeça nos instantes finais do período de compensação e deixou o clube alemão no primeiro lugar do grupo. Didier Drogba colocou o Chelsea em vantagem aos três minutos do segundo tempo, mas Eren Derdiyok, que estava em campo há dois minutos, empatou a 17 minutos do final. A última palavra pertenceu a Friedrich.

A equipa de Robin Dutt está a passar por um bom momento de forma e quer terminar a participação na fase de grupos com um triunfo sobre o "lanterna-vermelha" KRC Genk, enquanto o Chelsea é obrigado a vencer o Valencia CF, que conseguiu uma goleada de 7-0 na quinta jornada, para poder acompanhar os alemães na passagem à fase seguinte.


O Chelsea tinha empatado os dois jogos disputados fora de casa antes da deslocação à Alemanha, mas não precisou de muito tempo para se sentir em casa, contando com os portugueses Raul Meireles e Bosingwa a titulares. Drogba rematou ao lado na primeira situação de perigo, antes de Ramires lançar Daniel Sturridge pela direita, mas Bernd Leno segurou o cruzamento, quando já tinha Drogba por perto.


Enquanto as trocas de bola dos visitantes não originavam grandes oportunidades, o Leverkusen conseguia criar perigo nas poucas vezes que subia ao ataque. A equipa da casa esteve perto de inaugurar o marcador através de um antigo jogador do Chelsea. Michael Ballack usou a sua excelente elevação para rematar à trave na sequência de um pontapé de canto de Gonzalo Castro, numa jogada em que Petr Čech parecia batido.


Leno também nada pôde fazer quando Drogba acorreu a um passe em profundidade de Sturridge. O costa-marfinense contornou o guarda-redes do Leverkusen, mas desequilibrou-se e perdeu ângulo de remate, levando a bola a passar por cima da baliza. Sturridge criou muitos problemas à equipa da casa devido à sua capacidade de passe e o entendimento com Drogba foi decisiva para o Chelsea ganhar vantagem.


Drogba controlou brilhantemente um passe bombeado de Sturridge e evitou Friedrich, batendo Leno com um remate rasteiro. Čech realizou duas defesas espectaculares para negar o golo a Ballack e manter a vantagem dos visitantes. O guarda-redes defendeu um pontapé de bicicleta do alemão de 35 anos e, na sequência do canto, Čech ofereceu o corpo ao remate à queima-roupa do antigo colega de equipa.


Foi uma daquelas defesas que ganham jogos, mas desta vez o esforço de Čech foi em vão. Primeiro, Sidney Sam assistiu Derdiyok para o empate e, nos instantes finais do encontro, Friedrich subiu mais alto para desviar um pontapé de canto de Castro para a baliza e levou a BayArena ao delírio, colocando o Leverkusen na fase seguinte.


Continua o sofrimento do técnico Villas Boas, em rota decrescente, na equipa dos Blues.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Benfica faz história em Manchester.


Com alguma sorte nos momentos essenciais do jogo, e muito mérito repartido por 90 minutos, o Benfica carimbou um apuramento histórico em Old Trafford. O empate (2-2) com o Man. United deixa os encarnados nos oitavos-de-final, e a uma vitória caseira, sobre o Otelul, para terminar o grupo C em primeiro lugar.

Um começo de sonho embalou a equipa de Jorge Jesus para o apuramento: da primeira vez que passou o meio-campo com a bola dominada, Witsel libertou Maxi na direita e este deu a Gaitán o espaço para um cruzamento-remate. A bola desviou no pé de Jones e traiu De Gea, gelando os adeptos dos «red devils» e levando ao delírio os cerca de 3 mil torcedores encarnados que fizeram a viagem até Inglaterra.

O Man. United, privado de Rooney, demorou 20 minutos a encontrar-se, com o Benfica a mostrar o melhor futebol nesse período. Só as arrancadas de Nani, claramente o mais inspirado da equipa de Alex Ferguson, aqueceram as bancadas de Old Trafford. O crescimento do United já era patente à passagem da meia hora, quando chegou o golo do empate. De novo um cruzamento de Nani, na esquerda do ataque inglês, mas com Berbatov a beneficiar de uma posição de fora-de-jogo para bater Artur, cabeceando nas costas de Luisão.

O Benfica acusou o golpe e não voltou a ser perigoso até ao intervalo, mas conseguiu gerir a pressão inglesa sem demasiado sofrimento. Adivinhava-se um filme diferente para a segunda parte, e isso confirmou-se com o crescimento do Man. United, alimentado pela energia de Nani e pela mobilidade de Young. Aos 55 minutos, o Benfica sofreu um duro golpe, com uma lesão muscular de Luisão, a tirá-lo do jogo e, quase de certeza, também do «derby».

O Man. United sentiu a fragilidade e carregou, mesmo antes de Jorge Jesus ter tempo para lançar Miguel Vítor em campo. Artur, sempre impecável nas saídas, ia adiando o que começava a parecer inevitável. Já com onze encarnados em campos, surgiu o segundo golpe no moral do Benfica, com Fletcher a aproveitar um cruzamento de Evra para bater Artur, à segunda tentativa.



Temia-se o pior, mas o Benfica teve a sorte do seu lado: dois minutos após o golo, De Gea ofereceu uma bola a Bruno César, que procurou servir Rodrigo. Aimar estava no sítio certo para aproveitar o corte de Ferdinand e fazer um 2-2 que, pelos critérios no confronto directo, já deixavam o Benfica na segunda fase. Faltava gerir a meia hora final, algo que os encarnados fizeram de forma competente.

Aimar, lúcido a alimentar os contra-ataques, e Witsel, incansável e extremamente dinâmico na recuperação, foram os símbolos de uma equipa que, em equilibrada, suportou o assalto final do Man. United. As entradas de Matic e Rúben Amorim ajudaram a estabilizar, e a equipa pôde festejar, de forma merecida, uma qualificação que, por ser obtida num palco até aqui maldito, vale como um atestado de maioridade para esta equipa.



Segue assim o Benfica para os oitavos da Champions League, aguardando-se pelo último jogo desta fase, para se saber qual destas equipas consegue obter o primeiro lugar do grupo.


Fonte;
http://www.maisfutebol.iol.pt/

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A saga de Earl Bennett, e os seus sapatos cor de laranja!


A saga de Earl Bennett dos Chicago Bears, e a sua insistência na utilização de sapatos cor de laranja durante os desafios, deverá estar a chegar ao fim, porque a organização do campeonato da NFL, assim o exige.


Caso ele volte a utilizar os seus sapatos cor de laranja, além de lhe aplicarmos uma multa de 15.000 dólares, ainda vai ser repreendido com uma exclusão das partidas, até que o mesmo cumpra as normas correctas e definidas para uso do fardamento, permitido pela NFL.


A organização do Campeonato da NFL, não permite que Bennett que enverga a camisola cor de laranja dos Chicago Bears, possa também utilizar uns sapatos cor de laranja, pois esta situação viola o código de conduta do equipamento dos jogadores. Ou Earl Bennett utiliza os sapatos na cor autorizada, ou seja em tons de negro, ou então arrisca-se a ficar na bancada, pois nem no banco de suplentes poderá ficar, por risco de exclusão.

Numa competição, em que podemos arrancar o capacete de protecção da cabeça do nosso adversário, bem como partir ou cortar os joelhos desse mesmo adversário, sem sofrermos qualquer advertência ou castigo, sofremos contudo uma multa pesada, ou podemos ser excluídos dos desafios ou do campeonato, por não utilizarmos o equipamento na cor correta.

É por situações iguais às que Earl Bennett está a passar, que muitos dizem que o NFL é um campeonato meio estranho e com regras algo esquisitas, mas que contudo proporciona jogos com uma elevada adrenalina, na disputa da bola e dos resultados.

Imaginemos esta situação, aplicada nos campeonatos de futebol de todo o mundo, em que alguns jogadores se apresentam nos jogos, equipados com botas ou chuteiras de todas as cores possíveis e imaginárias. Seria um enorme rombo, nas contas de alguns dos mais bem pagos jogadores mundiais, como por exemplo, Cristiano Ronaldo ou Messi.

Estes dois jogadores de craveira mundial, e que são a cara e a imagem de duas das maiores marcas de calçado desportivo e que quase todas as semanas ou meses, aparecem com novidades, relançando a apetência junto dos futuros clientes e possíveis craques para efectivarem a compra, ficariam sem um bom pé de meia, bem como seria um rombo significativo nas transacções destas duas marcas de calçado desportivo, e o descalabro no negócio "futebol".

Por um lado e na nossa opinião a NFL, tem toda a razão ao restringir e normalizar quais as cores permitidas para o calçado. Isto porque ao não permitir que se instale no seu campeonato, a confusão que se instalou no futebol, no qual se chega ao cumulo dos jogadores utilizarem botas com cores reflectores que prejudicam quer o próprio jogador, quer o espectador que segue o desenrolar dos desafios ao vivo ou pela TV, colocando em causa a própria imagem das equipas, parecendo que as mesmas sofrem de uma certa falta de normalização, e equilíbrio no seu aspecto visual.

Já por outro lado, poderemos estar perante uma perda económica enorme, quer para a própria NFL, quer para as equipas e os seus jogadores.

Seguramente este assunto de Earl Bennett, dos Chicago Bears, e as suas botas de cor de laranja, ainda fará correr muita tinta, pelo que aguardamos o desenrolar dos acontecimentos.

domingo, 20 de novembro de 2011

Continua o sofrimento do Chelsea F.C., de Vilas Boas.



O Chelsea FC, perdeu em casa diante do Liverpool FC (2-1), em mais uma partida da Premiership, num encontro em que os comandados de André Villas-Boas correram sempre atrás do resultado.

Com Raul Meireles e Bosingwa no banco, os "blues" viram-se em desvantagem ainda no primeiro tempo, aos 34 minutos, graças a um tento de Maxi Rodríguez. O conjunto londrino tentou responder mas chegou ao intervalo em desvantagem.


Na segunda parte, os homens da casa entraram decididos em inverter o rumo dos acontecimentos e Daniel Sturridge assinou o tento do empate aos 55 minutos. Ainda assim, o Liverpool adiantou-se novamente no marcador a três minutos dos 90, por intermédio de Glen Johnson, naquela que foi a segunda derrota seguida em casa para o Chelsea, após o desaire frente ao Arsenal FC, por 5-3.

Fonte; 

Continua a "mala pata" de Vilas Boas, conforme tem acontecido ao seu ex adjunto Vítor Pereira, hoje treinador principal no F. C. Porto.

Será que estamos perante mais um caso, em que juntos funcionam como o Sherlock Holmes e o seu inseparável adjunto, o "Caro" Watson, e em separado, é a desgraça total para as equipas que dirigem?

A coisa está a ficar mesmo preta, para os dois elementos da antiga equipa técnica do F.C.Porto, que quase tudo venceu, em 2010-2011.


sábado, 19 de novembro de 2011

Mas está tudo parvo ou quê?


Claro que volto ao assunto. Conheço causas bem mais pequenas que mobilizam prós e contras. E esta causa – falo de Bosingwa e Ricardo Carvalho – podemos nós resolvê-la sem troikas. Ponto de partida: Precisamos de fazer um grande Europeu. Nesse campeonato, se houver Europa com duas velocidades, nós temos obrigação de ir na carruagem da frente. Ora para garantir esse ponto de partida a Seleção tem de ser muito boa, tem de ter Bosingwa e Ricardo Carvalho. Impedimentos, tirando a boa vontade; não há. O que fez sair Bosingwa e Ricardo Carvalho da Seleção, não foi morte do homem, nem mesmo murro no treinador. 

Um país que recebe ordens de um estrangeiro sobre como deve cortar subsídios, bem pode engolir em seco e esquecer pequenos deslizes cometidos pelos seus futebolistas, que até são dois tipos gentis. Então, mãos à obra. A primeira coisa a fazer é que os jornalistas burros deixem de acirrar, estendendo o microfone a Paulo Bento e aos dois jogadores. Faça-se uma comissão de sábios, se for preciso com o cardeal-patriarca e o chefe de protocolo do Ministério dos Negócios Estrangeiros, gente que sabe limar arestas.Ponham a Carminho a dedicar fados a Paulo Bento, e Marcelo a fazer apelos à reconciliação. A atual e as antigas primeiras damas convidem o treinador para um chã falam-lhe da virtudes da generosidade. Enfim, façam pela Pátria e resolvam a “merda” de um problema resolúvel. E rápido.

Fonte; Crónica de Ferreira Fernandes no DN de 19-11-2011

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A reviravolta da Seleção de Portugal.

Entrou sangue novo e outra mentalidade!

O treinador foi uma reviravolta!

Ambição, determinação, e confiança, fizeram com que Portugal fosse ao Europeu.
 
 
Afirmações fortes de Cristiano Ronaldo, qual míssil potente, como o remate aplicado na bola para a concretização do seu primeiro golo à mediana, Seleção da Bósnia, disparados na direção do antigo corpo técnico da Seleção Portuguesa de Futebol.
 
 
Com estas recentes afirmações, C.Ronaldo demonstra claramente que o ambiente e relacionamento entre este e o antigo selecionador não deveria andar pelos melhores caminhos.
 
 
Para quem não esteve distraído durante o desenrolar do Mundial de 2010, e pelo comportamento pouco esforçado que C.R. 7, impunha no desenrolar dos desafios, afinal a questão do seu pobre rendimento desportivo não advinha dos problemas físicos, mas sim do foro psicológico ou anímico, originadas por divergências com o principal treinador da época, ou seja C.Queirós.
 
 
Afinal, o passado sempre se revê no presente.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Wilson Ramos jogador de basebol, foi sequestrado na noite passada, por homens armados da casa de sua mãe na Venezuela.

Wilson Ramos, jogador dos Nationals de Washington, é um dos mais promissores jogadores de basebol jovem. O seu rapto foi perpetrado por homens armados que o detiveram na casa da sua família na Venezuela, deixando a sua equipe e restantes companheiros em estado de choque.
O seu rapto, levanta muitas questões sobre a segurança dos jogadores que jogam num país devastado nos últimos anos anos por sequestros e crimes de rua.

Wilson Ramos de 24 anos de idade, é o apanhador de partida para o Nationals, e havia retornado ao seu país durante o interregno do campeonato, para festejar o natal, bem como para participar em cerca de 10 jogos pela sua equipe venezuelana de inverno da liga, os Tigres de Aragua, começando esta quinta-feira.

W. Ramos é o primeiro jogador da primeira liga principal a ter sido sequestrado, acreditando-se que seja mesmo, o jogador de basebol com o maior perfil e importância a ser sequestrado na Venezuela.


Esta onda de sequestros já tocou o mundo basebol à alguns anos atrás, quando em 2008, o irmão do jogador do Arizona Diamondbacks catcher (apanhador) Henry Blanco, foi sequestrado e morto. O seu corpo, foi encontrado um dia depois de ter sido raptado. Em 2009, o jogador do Texas Rangers apanhador Yorvit Torrealba pagou um elevado resgate, para ter o seu filho de volta. Também a mãe do lançador Victor Zambrano foi resgatado em uma operação, da policia, contra um grupo de sequestradores.

Nestes últimos anos, ou seja desde 2006, houve um aumento alarmante no número de sequestros na Venezuela, basicamente desde que estes dados começaram a ser registados pela Comissão Nacional Contra Sequestros. O crime violento está elevadamente difundido pela sociedade Venezuelana, onde a taxa de homicídios per capita, coloca este País, entre os cinco mais elevados do mundo, de acordo com o Departamento de Estado dos Assuntos Consulares dos EUA.